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Cortez e Marie são casados há quatro anos. Cortez está com 24 anos e Marie com 21, é um casal bastante safado e literalmente liberal. Ambos são bissexuais, não sentem ciúme um do outro e, estão sempre à procura de novas experiências, e desta vez, à procura de uma experiência totalmente gostosa, à procura de uma mulher bissexual, quase sem limites nenhum, entre quatro paredes. E por acaso, Marie, tem uma amiga que é bissexual e que topa qualquer idéia, desde que envolva sexo. A partir daí, a Marie convida a amiga para um ménage, envolvendo seu próprio marido, e então a amiga aceita. A amiga da Marie se chama Rafaela, tem 19 anos e também é bissexual.

Num tarde de sexta-feira qualquer Rafaela resolve fazer uma visita surpresa, no apartamento do casal, que por sinal, moram juntos. Os dois se encontravam lá, então quando a Marie seguia para abrir a porta, estava vestida com apenas uma blusinha branca curta e apertada que deixava seus seios durinhos e médios totalmente marcados pela blusinha, um short jeans apertadinho e curto também, que guardava a bucetinha da Marie, pois ela estava sem calcinha. Quando a Marie abria a porta, ficava totalmente feliz com a visitinha surpresa, boquiaberta, observava como a Rafaela estava vestida – com uma blusa média, que deixava seus seios totalmente avantajados, com uma calça jeans bastante apertada marcando cada traço do seu rabo, uma sandália bem simples, e os cabelos soltos – depois da Marie apreciar com os olhos rapidamente como a amiga estava vestida, ela convida a mesma para entrar e ficar à vontade. Assim que a Rafa entrava – apelidinho de como ela era chamada pela Marie – sentava no sofá, com um pouco de vergonha, e com um sorriso de canto a canto em sua boca, a Marie lhe convidava para tomar uma água na cozinha, e aproveitava para perguntar como a amiga estava, desde então ela – Rafa – aceitava ir à cozinha e aproveitava para tomar água e perguntar pelo Cortez também. Então, a Marie respondia-lhe que o Cortez estava no banho, e aproveitando que tinha se lembrado dele, a Marie entrou num assunto desejável para a Rafa, um assunto bastante convidativo para aquele momento. Marie iniciou o assunto, de que, o próprio marido queria ter uma experiência de um sexo à três, com uma mulher que também fosse bissexual, como o casal, e então Rafa escutava a cada detalhe, e ficava surpresa com o assunto, em seguida a Marie convidava-a para essa experiência, sem pensar muito, ofegante a Rafa aceitava. Depois do papo na cozinha, as duas seguiam para a sala. Rafa ficava sentada no sofá, a pedidos da Marie, que disse a ela que ia falar com o Cortez, enquanto a Marie ia ao quarto suíte, onde o Cortez estava no término do banho, ela diz que quer falar rapidamente com ele, e então ele encerra logo o banho, coloca uma cueca Box branca, uma bermuda velhinha, e uma camisa bem apertada, mostrando seu peitoral um pouco definido e, senta-se na cama, do lado da Marie, onde a mesma se encontra sentada. Marie dá início ao assunto, de que teria uma suposta visita em casa, que ao menos seria perfeita para o desejo dele, uma amiga dela, que estava ali e soube de tudo há poucos minutos. Ele abre um largo sorriso no rosto e topa tudo, diz o quão perfeito seria para aquele tal momento. Então, ele pede para a esposa apresentar a amiga dela a ele. Marie pede para ele acompanhá-la até a sala – onde a Rafa estava esperando – então os dois seguem à sala, para ser apresentado a Rafa.

Chegando à sala, os dois avistavam-na muito ansiosa, sentada num canto do sofá. Quando Rafa via os dois se aproximando dela, ela se levantava, e então a Marie apresentava a amiga para o próprio marido. Foi um encontro bastante harmonioso, era sinal de que todos tinham se dado bem. Cortez bastante simpático começava a puxar papos para distrair a sua conhecida – a partir de agora – enquanto a Marie ia fechando a porta de entrada do seu apartamento e arrumando o quarto e deixando vários brinquedos eróticos à total amostra dos três. Assim que a Marie termina de acertar os últimos detalhes, ela volta na sala, e vê que o papo tinha encerrado entre seu marido e sua amiga, então convida os mesmos para ir ao quarto deles, ficar mais à vontade. O trio segue para o quarto, onde se sentam próximos na cama, encostam-se na parede e dão início a um papo distraído, quando de repente, o Cortez dá início a um questionário de perguntas para a Rafa. Ele pergunta: – Rafaela, você é bissexual, mas você tem preferência a homem ou mulher? – Ela responde: – Sim, sou bissexual, não tenho preferência nenhuma, sou totalmente sem frescuras em relação a isto. – Ele dá início à outra pergunta: – Você já teve algum tipo de experiência em ménage, se sim, como foi? – Ela responde sorrindo: – Sim, já participei de vários ménages, com casais amigos também, em casas de swing, em motel e também já participei de um ménage lésbico. De início foi uma ótima experiência, depois eu fui perdendo mais a vergonha, mas todos em que participei, foram ótimos, muito gostoso mesmo. – Cortez suspira com a resposta da Rafa, e então faz a última pergunta, enquanto a Marie fica sentada apenas observando as perguntas e as respostas: – Você já usou strap-on em algum homem? Bom, eu sou bissexual, sou o ativo da relação, mas não custaria nada ter um momento passivo num ménage, como por exemplo, você me enrabando enquanto eu enrabo a Marie – e então começam a gargalhar. Depois de rirem bastante, descontraindo, Rafa responde: Não, nunca usei, mas claro podemos experimentar. – Quando de repente, num momento surpresa a Marie se aproxima rápido da Rafa e decide beijá-la de língua, Rafa não rejeita a nada e então retribui esse beijo tão quente e excitante, enquanto o Cortez fica observando, já de pau duro, tira a própria bermuda e fica alisando a marca do cacete por cima da sua cueca Box, passa a língua entre os lábios e fica totalmente louco por aquele momento, que era de início um ménage gostoso. Ao termino do beijo entre as duas, Cortez pedia para sua mulher beijar seu peitoral musculoso, enquanto ele e a Rafa se beijavam de língua também. Após esse momento de beijos excitantes, Marie jogava Cortez na cama e em seguida puxava a cueca dele, fazendo aquela rola dura já pular, bem dura, marcada por veias e totalmente excitante. Ela punhetava o próprio marido, enquanto beijava e cheirava o pescoço da amiga. Em seguida, se abaixava e dava algumas lambidas na cabeçona do pau e dizia que era a vez da Rafa, pedia para ela mamar no pau dele, mas antes da Rafinha cair de boca no cacete do marido da amiga, tirava a própria blusa e deixava os seios nus e bem à vontade, para a Marie brincar enquanto ela mamava numa rola gostosa. Cortez gemia baixinho, com a Rafa mamando na rola dele, os dois se olhavam sensualmente, deixando o clima mais quente, do que já estava, enquanto a Marie ficava do lado da amiga, apertando os seios e os biquinhos dos seios dela, que se encontravam bem durinhos. Depois de a Rafa pagar um boquete merecedor pro Cortez, ela dava a rola para a Marie mamar nela, enquanto a Rafa subia em cima do Cortez e ficava beijando a boca dele – a partir daí o momento só esquentava – Depois de um boquete gostoso de suas parceiras, ele deitava a Rafa, deixando-a bem arreganhada na cama e, assim começava a tirar a calça jeans dela e a calcinha, deixando-a nua, e ele ficava de quatro e começava a chupar a buceta dela e apertar os seios dela, totalmente expostos, enquanto a sua mulher chupava o cuzinho dele e dedava o mesmo. Depois de terminarem de chupar bastante, a Marie se deitava e puxava a amiga pelos cabelos pedindo para que fosse chupada também, enquanto o marido a beijava. Com um oral bastante satisfatório, ele bate uma punheta rápida para poder foder a buceta de sua mulher, pede para a Rafa colocar a calcinha que possuía o strap-on, então ele já começava a foder a buceta da Marie e fodia forte e ela começava a gemer alto, gemidos manhosos e que davam pura excitação para quem escutava. Após essa posição, a Marie se encontrava de ladinho, e o marido fodendo-a no cu, sem dó, sem pudor, esperando a Rafa apenas deixar a Marie chupar e lamber o strap enquanto era fodida no cuzinho. Após Marie deixar o strap bem babado, Rafa se posiciona e atrás do Cortez e começa a meter no cuzinho dele, um cuzinho apertado e rústico engolia toda a extensão do strap que a Rafa portava naquele momento. Num momento tão gostoso e prazeroso como este, os movimentos e ritmos continuavam com muita freqüência e vontade de meter era o que não faltava naquele momento. Após tantos gemidos, os três sentiam um prazer imenso, através do toque e do desejo incontável. Depois de tantas estocadas no cuzinho de Marie, ela voltava a mamar no cacete do marido, enquanto o mesmo era comido pelo cu. Ele gemia, urrava e era o centro das atenções na cama, recebia total atenção em tal momento. Em seguida, depois de um boquete gostoso que Marie pagava para seu próprio marido, ela ficava apenas punhetando e beijando a boca dele, enquanto ele ainda permanecia de ladinho com a Rafa metendo e estocando o cuzinho seco dele sem dó, acabando cada prega virgem que o rabinho do Cortez possuía, até último momento. Após Rafa comer o cu do Cortez, os três davam início a novos toques, Rafa se encontrava deitada e arreganhada na cama, enquanto Cortez começava a sarrar a cabeça inchada do pau dele no grelinho duro e excitado da Rafa, e em seguida começava a penetrar na bucetinha dela vagarosamente, enquanto a Marie mamava nos seios da Rafa e se ficava acariciando sua bucetinha, vendo o marido comer a amiga. Depois de o Cortez enfiar sua pica devagarzinho na buceta da Rafa, ele dá início a estocadas fortes na bucetinha da Rafa, Rafa se encontrava arreganha, gemendo de tanto tesão, enquanto era fodida na buceta e mamada nos seios, sentia tanto tesão que só conseguia apenas gemer e sentir tesão imenso. Depois de o Cortez comer a Rafa, ele fazia o mesmo com a esposa, a Marie. Marie tomava o lugar da Rafa, deitada e arreganhada, desta vez, aguardando o marido estocar na bucetinha dela, sem dó. Enquanto Cortez agora comia a bucetinha da sua esposa, que gemia muito alto, a Rafa se encontrava beijando a nuca da Marie, provocando-a com mordidinhas leves no pescoço da mesma. Após penetrações fortes e intensas, Cortez colocava as duas deitadas na cama, um do lado da outra, e por sinal bem cachorras, mostrando suas bucetinhas carnudas e molhadas. Cortez começava a chupar a buceta da Rafa com muita intensidade, enquanto no mesmo momento ele dedava sem piedade a bucetinha da sua esposa tesuda. As duas gemiam loucamente, sem nenhum limite. Após chupar a Rafa, ele partia e caia de boca na buceta da Marie, a esposa dele. Era uma ação de muito tesão, que não podia ser interrompido naquele instante. Era duas safadas sendo chupadas e dedadas, totalmente cachorras e putinhas que estavam sentindo um tesão fodido, e um macho que ostentava mulher naquele momento. Depois de o Cortez chupar bastante as bucetinhas que latejavam sem parar, ele decidia, por vontade própria, fazer um “meia nove” com a Rafa, enquanto sua esposa via a exibição e se masturbava, se aproveitando do “meia nove” delicioso que presenciava. Rafa mamava na rola do Cortez com uma vontade imensa, fazendo aquela cabeçona inchar, os lábios de veludo dela, lambiam cada parte da rola dele, cuspia e chupava, deixando a rola do Cortez bem babada e molhada como ele gostava e ficava louco. A Marie se encontrava do lado dos dois, vendo a cada chupada dos dois, ela batia uma siririca gostosa, massageando rapidamente o próprio grelo excitado, gemendo e chamando pelo nome do marido. Depois de quinze minutos de “meia nove”, ele colocava a Rafa e a Marie para fazerem um “meia-nove” também, Marie ficava por baixo e a Rafa por cima, ambas chupando a bucetinha da outra, enquanto Cortez pausava para bater uma punhetinha de leve no cacete, com uma vontade incontrolável ele mete sem avisar no cuzinho da Rafa, enquanto elas se chupavam através do “meia-nove”. Ele urrava sentindo muito tesão. Logo após desses momentos maravilhosos e intensos, ele anunciava que em alguns minutos estaria gozando e gostaria que as duas se beijassem de língua antes dele gozar, daí então, Rafa e Marie ficavam sentadas na cama, fazendo carinho uma à outra e se beijando de língua, lentamente. Cortez se encontrava punhetando sua rola e observando as duas se beijarem, em seguida, ele puxava as duas pelos cabelos e as posicionavam de frente ao caralho duro e tesudo dele, e as duas obedeciam e ficavam de rostos colados esperando ele gozar, quando de repente ele dá um grito alto acompanhado de gemidos e, então, começa a esporrar no rosto das duas, uma porra quente e branca, as duas com a língua pra fora, com o olhar fixo nos olhos dele, e ele gozando e esporrando muito porra nos rostinhos das duas. Era um momento único e aproveitador. Após Cortez gozar bastante, as duas dava lambidas no caralho dele, babado e com restos de porra, elas lambiam e sungavam tudo. E ele fechava os olhos, sentindo um prazer imensurável. Rafa e Marie colocavam a língua para fora, exibindo e brincando com a porra do Cortez na boquinha, em seguida, engoliam tudo e se beijavam. E Cortez olhava as duas, muito satisfeitas. Levantavam-se da cama e iam tomar banhos juntos, na suíte do quarto do casal, foi um banho rápido, eles se trocavam no mesmo quarto, e trocavam olhares desejáveis. Depois seguiam para a sala e ficavam trocando idéias, com outros tipos de assuntos, como nada tivesse acontecido. Rafa ainda olhava para o rosto do Cortez com expressão de putinha e a Marie sorria caladamente enquanto percebia isto. Rafa recebia uma ligação e anunciava que precisava ir para casa, dava um selinho na Marie e no Cortez, Cortez safado apertava o bumbum da Rafa, sem que a Marie visse, e se despediam e a Rafa ia embora. Cortez e Marie ficavam no sofá conversando sobre a tarde maravilhosa que tiveram e gostariam de repetir a dose em outros dias. E após comentar muito sobre o assunto, que foi prazeroso, acabavam dormindo coladinhos no sofá.


Depois de muitos e muitos anos apenas planejando (e é incrível como se perde anos de vida teorizando coisas que poderiam ser boas, com medo de fazer acontecer...), minha mulher e eu decidimos apimentar nossa vida sexual com a filmagem de uma transa nossa. A questão era: como e onde escolher um “cinegrafista” que não quisesse putaria. Entrei em chats de minha cidade e acabei achando um homem casado que me pareceu ser simpático à “causa”. Claro que ficou combinado que ele poderia ficar de cuecas ou até sem roupa durante a filmagem, além de se masturbar sozinho ao final.



Minha mulher (a quem vou chamar de Sara, já que o conto é real) ficou apreensiva (como era de se esperar) e, confesso, até eu fiquei, pois nunca tínhamos feito nada parecido antes. Aquilo poderia ser algo gostoso que nos daria vontade de repetir ou ser a âncora que levaria qualquer nova tentativa ao fundo escuro do oceano de nossa imaginação. Emocorreu o que pretendíamos. Ela quis sair para beber algo num barzinho como se fossemos a um ‘happy hour’ e conversar antes com ele. Marcos (vamos chamá-lo assim) apareceu quase uma hora depois de estarmos esperando, mas nos envolvemos com naturalidade na conversa das possibilidades.

Fui ao banheiro e, quando voltei, sugeri sairmos de lá. Já no motel, expliquei sobre o funcionamento da câmera. Fui até minha esposa e começamos a nos beijar, já nos acariciando. Sentada de calcinha, tirei o tecido de lado e comecei a chupá-la, exibindo sua preciosa xaninha ao cinegrafista, que não perdia um único detalhe. Curiosamente, ele estava de camisa e cuecas, mas achei legal porque não mostrou ansiedade demais. Chupei por algum tempo, enquanto ia despindo minha adorada esposa, que nos enlouquecia animadamente.

Então, saindo da passividade, ela se sentou e abocanhou meu pau ao mesmo tempo em que tirava minha roupa. Lambia e chupava, masturbava e acariciava, tudo numa volúpia de dar inveja. Caindo sobre ela, chupei mais algum tempo e me encaixei entre suas pernas. Marcos se aproximou e segurou a câmera sobre nossos sexos, gravando a entrada naquela gruta mais que molhada. Uma vez dentro dela, comecei a meter, assistindo meu pau sair de dentro de seu corpo molhado e melado.

Nosso cinegrafista não sabia mais onde ficar e, por mais que eu tentasse achar uma boa posição, ele se chegava cada vez mais. Para nossa surpresa, minha esposa se virou de quatro e dirigiu meu pau para seu cuzinho. Isso é raro, já que ela sempre faz anal depois de beber muito e com clima mais apropriado. Cheguei a duvidar que entraria, mas me surpreendi com o que uma fantasia faz a uma mulher: meu pau foi entrando em seu cuzinho com uma facilidade que me espantou. Quando vi (vimos!!), só meu saco estava para fora. Comecei a enfiar lentamente, mas fui acelerando cada vez mais.

Marcos tentava captar todos os ângulos ao mesmo tempo em que eu me esforçava para meter na minha mulher e deixar o campo de visão o mais aberto possível. Foi então que Sara se deitou e levantou as pernas, oferecendo seu sexo para uma deliciosa visão. A fenda molhada, aberta, expondo os dois orifícios para meu (ou nosso?) deleite. Comecei a meter de novo em seu rabinho, mas quando ela começou a se tocar, eu tirei e fiquei apenas assistindo. Marcos aproximou a câmera e ficamos olhando ela se tocar. Seus olhos fechados, as veias do pescoço estufadas e, principalmente, sua boceta inchada mostravam o índice de excitação dela. Em pouco tempo ela começou a acelerar a respiração até explodir num orgasmo que ficou deliciosamente registrado por Marcos. Ela gozava e gemia até pedir para eu “entrar” de novo.

Lambi sua xaninha e comecei a meter nela, desta vez pela frente. Bastou eu me virar e ela montou como uma amazona, cavalgando meu pau, fazendo com que Marcos quase se deitasse na cama para filmar a penetração. Peguei o vibrador deixado estrategicamente ao lado da cama e comecei a enfiar no seu cu. Sara não parecia se importar e, em poucos instantes, estava com uma dupla penetração, rebolando, gemendo e gritando enquanto gozava sem parar.



Já que era no cu que queria, era no cu que teria. Coloquei-a de quatro de novo e voltei a meter gostoso naquela bunda majestosa. Mas, quando enfiava, Marcos veio filmar por cima. Fiz sinal para ele tirar a cueca e, sem pensar duas vezes, ele ficou totalmente pelado. Acabou se ajoelhando na frente dela, mas ela não levantava a cabeça. Ficou de lado, com o pau encostado nos braços, mas ela não pegava.

Claro que o combinado tinha sido “apenas filmar”, e nada mais, mas o clima estava tão quente que eu não me importaria se ela fosse além do combinado. Para facilitar, eu pedi a ela que se deitasse de costas, repetindo a posição do começo: ela de pernas arreganhadas, levando meu pau no cu. Ele ficou encostado nela, com o pau roçando seu braço. Percebi que, enquanto era penetrada, ela apertava sua panturrilha apenas. Já sem se conter de tesão, ele mudou de lugar e ficou quase sobre os ombros dela, filmando novamente por cima da penetração. Finalmente, vi que ela lambia seu saco, liso como uma melancia, se raspado ou depilado, já não sei. Depois de alguns instantes, ela não se conteve e começou a masturba-lo,sem parar de lamber e chupar seu saco.

Metia gostoso vendo o tesão da minha mulher e o quanto aquilo nos envolvia. Ela começou a se soltar e, sem nenhum pudor mais, lambia e tentava colocar o pau dele na boca. Pedi a ela que ficasse de quatro de novo, quase sem tirar meu pau de seu cu. Nessa posição ele já sequer conseguia fazer algo com a filmadora. Peguei a câmera e ele se sentou sobre as pernas, deixando Sara chupar com mais avidez. Ela o masturbava e chupava com uma velocidade incrível, ao mesmo passo de minhas investidas em seu traseiro. Ainda consegui filmar nós três através do espelho do quarto, mas me cansei disso e resolvi curtir o momento, largando a filmadora.

Ele se contorcia, pois eu sei o quanto ela sabe usar a boca e a língua com maestria, entregue que estava aos movimentos ritmados de sua boca, língua e mãos. Percebi que ela se afundava cada vez mais, gemendo conforme meu pau se afundava em seu corpo. E metemos... e metemos... e ela chupou. Marcos se levantou e veio para o lado da cama. Então, perguntei a ela se ela queria tomar a gozada de dois, mas ela respondeu “não, só o seu”.

Mesmo sem entender, voltei a chupar e, com ela sentada, meti forte e fundo em minha adorada esposa. Chegando minha cabeça pertinho de seu ouvido, eu lhe disse baixinho:

- Quero ver você tomando o leitinho dos dois.

- Não vai ter jeito... ele já gozou na minha boca – sussurrou-me confidencialmente.

Foi então que me dei conta que, há pouco, silenciosamente, ele havia gozado na boca dela enquanto eu metia por trás. O sacana não agüentou e explodiu sua carga na goela da Sara sem soltar um gemido sequer. Uma pena, já que queria ter visto essa cena. Então, ciente de que só faltava eu mesmo, continuei a meter nela que, sentada na beira da cama, gemia no último orgasmo daquela noite. Marcos pegou a filmadora e, depois de Sara gozar, eu me levantei e ele flagrou o momento exato da minha porra jorrar pelas mãos dela. Com o apetite de sempre, ela buscava meu esperma que jorrava e espirrava para todos os lados. E ficou ali, lambendo e limpando meu pau, sugando a última gota, até se jogar para trás e deitar, rindo sonoramente da loucura vivida.

Conversamos um pouco, rindo todos do tesão que era aquilo. Nos arrumamos e fomos embora, deixando nosso cinegrafista junto ao seu carro, não tão distante do barzinho que estávamos. Falar de tesão é pouco. Aquilo é loucura geral. Em casa, fechamos a porta do quarto e transamos mais uma vez, apenas com penetração anal. Eu metia em seu traseiro enquanto ela me contava do prazer que tinha tido com ele esporrando em seu rosto e de como tinha gostado de ter “mamado” de duas picas numa única noite. Novamente gozei, mas desta vez enchendo a bunda gostosa de minha mulher com meu esperma quente, sentindo os espasmos de seu cuzinho apertando meu pau.

O tesão foi tanto que, antes de dormir, tive disposição para uma nova ereção e metemos mais uma vez, mas só ela que gozou. Meu pau estava dolorido de tanto entrar e sair naquele delicioso dia. Meti até a exaustão física, suando em bicas, mas não consegui ejacular. E precisava???

Como o planejado de uma nova filmagem será com uma mulher, segundo recomendações do Ministério da Esposa, a pretendente a cinéfila irá mesmo só filmar. Por mim, é o que basta. O ambiente licencioso já é excitante e a possibilidade me fascina. Sou dela agora. E que venha a nova cinegrafista.





Meu marido sempre foi aberto a novidades, desde a inclusão de um tímido vibrador na nossa transa até mordaças e algemas. No entanto, eu estava me sentindo pouco satisfeita nas últimas semanas, o sexo estava morno, batido, sem qualquer força motriz. Certa noite depois de um desses episódios desanimados na cama, fomos dormir cedo e eu tive um sonho picante. Nesse sonho eu fazia sexo com outro homem enquanto meu marido assistia a tudo sentado na poltrona do quarto e se masturbava. O homem não tinha rosto, mas fazia gostoso, em diversas posições. Acordei toda molhada e mais uma vez insatisfeita. Me levantei e segui minha vida monótona normalmente pelo resto da semana.


Em um dos jantares com meu marido investi nesse assunto, lhe contei do sonho e de como me excitei. Ele não gostou do rumo da conversa e prontamente levantou e saiu. Eu fiquei entristecida, esperava que ele fosse complacente e me encorajasse a fazer algo diferente. Determinei que aquilo seria loucura, então preparei uma surpresa para quando ele voltasse. Enchi a casa com velas aromáticas, pus jazz no home theater, fiz uma trilha de pétalas e calcinhas de renda da porta ao quarto, joguei o restante na cama e enchi um balde com gelo e uma garrafa de Bollinger Cuvée, seu preferido. Vesti uma lingerie com espartilho, um tule pequeno, bojo e quatro ligas que encaixavam na meia calça, uma calcinha fio dental e luvas longas. Tudo preto pra combinar com o clima. Pus em cima do travesseiro nossas algemas, mordaça e a venda para tampar os olhos. Me deitei de lado e esperei ele com um roupão de renda transparente.


Quando escuto ele estacionando o carro na garagem já me animo, tiro o roupão e aguardo atenta. Ele entra e por um momento somente a música reina, ele sobe as escadas em silêncio, abre a porta devagar e eu sorrio com malícia. Ele também sorri, entra e vem me beijar. Ele diz que adora a surpresa e que também tem uma para mim. Mas, primeiro amarra minhas mãos no espelho da cama e me venda. Nessa hora, acho que ele tira a roupa e se prepara para me fazer chupá-lo. Aquela sua rola quente e cheirosa invade minha boca e inicia um vai-e-vem gostoso, me engasgo e deixo baba escorrer pelo queixo. Chupo como uma meretriz. Ele dá as cartas. Põe a rola fundo, a coloca de lado forçando a parte interna da minha bochecha, passa o saco na minha cara, mete seu dedo na minha goela, bate o pau na minha cara.


Ele deixa de força o boquete e rasga minha calcinha. Seus dedos ásperos me massageiam e me penetram constantemente, eu adoro. Não ver seus movimentos me deixa apreensiva para saber qual o próximo passo. Daí ele me chupa, lambe minha virilha, meu cuzinho, e por fim, meu grelinho. Ele rasga o resto da minha fantasia e chupa meus peitos como um animal, eu não paro de gemer e me contorcer amarrada. Ele, então me solta, mas me impede de tirar a venda, me coloca de bruços e massageia meu cuzinho com um gel que fica em cima do criado mudo ao lado da cama. Minhas pernas estão juntas e ele está sentado na parte de trás das coxas, quando termina de lubrificar, posiciona seu pau no meu cu e o enfia devagarinho, entra a cabecinha, o restante vai entrando gradativamente, eu vou sentindo o tamanho e a grossura a cada estocada, até que suas bolas batem na bucetinha. Pronto, estou arrombada.


Ele começa a bombar forte, eu gemendo alto e ele emitindo sons entredentes. De repente, no meio da foda, que já durava uns quinze minutos ele se deita nas minhas costas e me beija a nuca e desce beijando minhas costas, mas algo está muito diferente, eu sinto cabelos me tocando o pescoço e meu marido é careca. Então tiro a venda e me viro pra ver um estranho em cima de mim.


Me assusto pra caralho e quase grito, mas ele tapa minha boca e aponta pra meu marido que está sentado na nossa poltrona, pelado e se deliciando, tanto com o champagne quanto com a imagem da sua esposa sendo enrabada por um qualquer. Ele sorri e fala “não era isso que você queria? Pois essa é sua surpresa, aproveite!”. Eu não soube o que responder, olhei para o homem que me comia e de volta para meu marido e disse, “porque você não participa?”, daí ele se levanta e vem até a cama segurando aquela rola dura.


Ele se senta no travesseiro e eu o chupo, ainda na mesma posição. Meu comedor não para de bombar sua rola no meu cuzinho, a cada estocada eu quase modo meu marido que não larga sua taça. Eles, então, se olham e se posicionam pra me comerem ao mesmo tempo.


Meu comedor se deita, eu subo nele de costas, engulo seu pau com o cu e rebolo como uma puta. Meu marido dá o último gole e se deita em cima de nós dois, enfia, sem cerimônia seu pau na minha buceta e os dois bombam ao mesmo tempo, sincronizados. Nós suamos muito, meu marido corno me beija e chupa meus peitos, meu comedor me movimenta pra cima e pra baixo, eu não paro de gemer e sinto que vou gozar. Me estremeço toda e gozo com duas rolas dentro de mim, que sensação gostosa. Minha perna treme constantemente e eu desfaleço de prazer.


Os dois, então, me colocam deitada na cama e se posicionam um de cada lado do meu rosto batendo punheta e se preparando para gozarem. Eu ajudo os dois e chupo um enquanto bato punheta pro outro, revezando. Meu marido estremece, ele goza na minha cara. Nossa, fazia tempo que ele não gozava tanto assim, melou minha boca, cabelo e até um dos meus olhos, ainda sobrou um pouco pra eu tomar. Enquanto limpava seu pau o outro gozou de surpresa também no meu rosto, seu esperma era grosso e o bastante para sujar até os meus peitos. Tomei muito leitinho daquele pauzão.


Nos limpamos e meu marido me apresentou o Carlos, disse que era seu amigo do colegial e que já viveram muitas aventuras, não podia ser alguém diferente pra realizar essa minha fantasia. Depois que o Carlos se foi, prometendo fazer de novo, eu e meu corninho terminamos a garrafa e dormimos felizes.


 


Cida era uma mulher casada com um executivo muito ocupado. Ele, quase sempre viajava e a deixava sozinha por longos períodos de tempo. Mas seu maior problema não era esse: depois do casamento ele passou a lhe dar cada vez menos atenção. Não fazia suas vontades e, até mesmo na cama, parecia que apenas a satisfação dele é que contava. Ela estava muito desiludida, pois não só tinha crescido com todas as mordomias como também era muito “patricinha”. O que era pior: tinha a sorte de ter um corpo escultural, morena de cabelos longos e lisos, olhos escuros, rosto fino e lábios grossos. O corpo não deixava por menos: queimado de sol com seios médios e pele lisa. Mas o seu melhor atributo era o traseiro: perfeito, redondo e abundante, com marquinha da tanga minúscula que usava quando ia à praia. Era olhada por onde quer que fosse, inclusive pelas próprias esposas dos amigos do marido, que tinham até mesmo, lhe cumprimentado pela sua forma física. Sinal de que todos os homens também tinham olhado. De fato, seus amigos comentavam entre si sempre que a encontravam, como era empinadinha, redondinha e gostosa a bunda da mulher dele. O fato de ser tão gostosa, fez com que Cida, mais ainda, crescesse como patricinha, tinha tudo o que queria graças ao seu corpo e ela sabia disso. Conseguiu assim escolher um marido com dinheiro e rico,
mas logo passou a levar o troco, ele a tratava como se ela fosse um troféu, pra mostrar pros outros e para seu uso próprio, o que a irritava profundamente. Já estava resignada a essa situação e se contentava em gastar dinheiro em compras e esbanjar em festas. No grupo de amigos do marido, eles tinham o hábito de se juntar para jantar e jogar cartas, especialmente quando alguma esposa ficava sem o marido por motivos de viagem. Era comum reunirem-se na casa da mulher em questão para que ela não ficasse sozinha. Estes encontros eram muito frequentes, pois todos no trabalho dele viajavam muito. Cida não necessariamente apreciava os encontros, pois não gostava dos amigos e amigas dele, apenas esbanjava suas roupas e suas jóias. Naquele dia, Cida estava sozinha, pois seu marido tinha viajado e ficaria fora por mais de um mês. Como sempre, tinha organizado um jantar e várias pessoas tinham vindo. Ela estava sem disposição para enfeitar-se naquele dia, mas mesmo assim colocou salto alto em um jeans que lhe marcava perfeitamente aquela bunda, que tanto o seu marido gostava de mostrar que possuía, e que, no fundo, ela também gostava. O jantar acabou e as pessoas foram indo embora, apenas uns poucos ficaram para um joguinho de cartas. Ela já estava de saco cheio, pois era sempre o mesmo: apostavam com fichas e, muito de vez em quando, por dinheiro. Não havia excitação nenhuma para ela, mesmo porque não era boa no jogo. O tempo foi passando e mais convidados foram indo embora, até que ela ficou sozinha com três amigos do marido. Em geral sempre havia casais jogando, mas nesse dia os últimos eram homens: Zé, Luís (que eram solteiros) e Pedro, que era casado, mas a esposa não o tinha acompanhado naquele dia. Muito não a surpreendia que eles tivessem ficado, pois provavelmente queriam estar o maior tempo possível perto daquela bunda maravilhosa, observando-a mesmo que não pudessem tê-la. Iam jogando. Às vezes ganhava e outras, perdia. Os três eram espertos e iam bebendo e enchendo o copo da Cida com olhares de segundas intenções. Ela bebia e ria das fantasias que aqueles coitados deviam ter com ela. Mas entre um copo e outro a conversa foi esquentando e o jogo também. Cida ganhava um jogo atrás do outro e começara a se divertir naquela noite. Ria e mandava-os apostarem que iam perder de novo, dizia ela. De fato, estava gostando de mandar outra vez e o poder que tinha sobre eles a excitava cada vez mais. Tinham apostado fichas e até um pouco de dinheiro, mas agora ela queria mais. Achou que não havia nada demais em jogar um strip-poker pra poder os mandar tirarem a roupa. Mandaria neles até que perdessem tudo e os mandaria embora, como fazia com tantos rapazes que queriam sair com ela. Não havia dúvida que os tinha na mão, eles aceitaram na hora e o jogo continuou. Começaram suaves, apostando sapatos, meias, camisas. Ela apenas havia perdido um sapato, mas já havia deixado os três sem camisa, sem meia e sem sapatos. Mas Cida não se contentou com sua vantagem e reclamou que, como estava jogando sozinha, cada vez que ganhava tinha o direito de mandar os três tirarem algo. Eles reclamaram que isso não estava certo, mas cederam, afinal queriam estar o máximo de tempo possível naquele jogo de pôquer, pois tinham a esperança de tirar pelo menos o jeans dela para admirar aquela bunda preciosa. Cida apostou alto, queria ver os três nus. Afinal, se ganhasse eles não teriam mais como jogar e realizaria o seu desejo de humilhá-los no jogo. Eles se entreolharam preocupados, aquele jogo estava ficando sério e iam perder a partida. Mas Cida não disse o que apostaria se perdesse, pois entre a bebida e a excitação, não pensava nessa hipótese. Foi quando Luís, irritado, falou que se era assim então queria apostar uma passada de mão de cada um deles na bunda dela. Cida se surpreendeu com tamanha proposta. Qual era a desse cara? Estavam apostando só roupa, não tinha nada dessa de passar a mão. Mas, com a bebida, o fato de ser tarde da noite e o ponto em que estavam no jogo, a convenceram que era apenas uma coisa inocente, que mesmo que perdesse seria uma passada leve e que apenas ririam do jogo e não diriam nada a ninguém. Cida só queria saber de ganhar o jogo e se livrar dos três e resolveu ir em frente. Mas, de um segundo para outro, sua sorte mudou e acabou perdendo aquela partida. Estava desolada, pois não gostava de sofrer reveses. Mas também pensava que, se não fosse o babaca do marido, não estaria ali naquele momento. Aceitou a derrota e bebeu um copo inteiro de uísque. Levantou-se da cadeira e virou-se de costas para os três. Imediatamente Luís se levantou e apalpou aquelas nádegas tão avantajadas apertadas pela calça jeans. Como havia dito, foi de leve. O mesmo fez Pedro, curto e rápido como Luís. Logo veio Zé, o mais jovem, que não se contentou em apenas apalpar e enfiou-lhe a mão por entre as nádegas, encravando-lhe o jeans, que já estava encravado como de costume, mais ainda no rabo de Cidinha. Ela virou-se, mas não fez nada, apenas olhou sem graça e irritada pro sorriso sacana que ele tinha no rosto. De ali em diante, as apostas foram aumentando de nível, Cidinha apostava sempre que os três ficassem nus, estava obstinada a atingir seu objetivo, depois da derrota que tinha sofrido. Os três apostaram então que se ela perdesse, aquele que ganhasse entre os três homens teria direito a um boquete da Cidinha. A aposta era alta, mas ela não se chocou, pois por um lado não queria parar de jogar até que ganhasse, a qualquer custo, portanto iria aceitar, até mesmo porque o uísque começava a fazer efeito nela. E assim foi, para surpresa de Cida que Luís ganhou a rodada. Mas ela quis se livrar da dívida, não iria aceitar ser humilhada desse jeito e apostou o boquete que acabara de perder e mais toda a roupa deles. Eles apostaram outro boquete, e dessa vez, Pedro ganhou. Cidinha não se dava por vencida, apostava o que perdia e algo mais. Mas logo, sentindo que estava entrando numa fria, começou a tentar se livrar das dívidas que contraíra. Às vezes ganhava, mas logo perdia tudo de novo, enquanto as apostas ficavam cada vez mais altas. Depois de horas e muito uísque na Cidinha, as dívidas dela eram: um boquete para Luís e Pedro, uma trepada para os três e, no auge do desespero, tinha apostado o cu para o Zé. Sentia a partida perdida e já não sabia o que apostar. Eles se divertiam com as apostas que fizeram com uma mulher que era tão certinha e tão cheia de frescuras, mesmo porque não esperavam que fossem ser pagas as dívidas, eram amigos do marido dela e não pensariam em ir mais longe do que colocar uma mão na bunda da Cidinha. Apenas ririam entre si e tudo continuaria como sempre no dia seguinte. Mas foi nesse momento que ela se levantou. Tinha descido vários uísques, mas estava gostosa como sempre, um mulherão. Disse aos três que pagaria as dívidas contraídas e que tinha pressa, pois já eram 3 horas da madrugada. Apoiou o copo e falou que esperava os três no quarto dela. Surpresos, eles não sabiam o que falar. Tentaram dizer que não era pra isso, que não tinha nada ver, fora só um joguinho de cartas, etc... Mas Cidinha não ouviu uma palavra, saiu da sala e foi direto pro quarto. Nesse momento, começaram a discutir a situação. Zé dizia que estava solteiro e que iria comer aquela gostosa, que essa chance não acontecia todos os dias; Luís achava que isso seria sacanagem com o marido que era colega de trabalho, e Pedro ficava no muro. Depois de alguns minutos, Zé falou que iria entrar no quarto e Pedro decidiu que se Zé fosse ele também iria. Luís ficou apenas olhando pros dois, com cara de espanto, mas quando Zé se levantou, também foi e os dois entraram no quarto. Lá dentro, a luz estava apagada e apenas dava pra se distinguir algo pela luz da rua que entrava pelas cortinas. O quarto era grande, tinha uma varanda e uma cama enorme bem no meio. Cidinha estava do lado de fora, tomando mais um uísque. Assim que ouviu barulho, entrou no quarto e mandou o Pedro deitar na cama que pagaria a primeira dívida com ele. Ele se deitou e Cida ficou sobre ele de quatro, na altura da cintura. Abaixou-lhe as calças e segurou no pau duro que tinha a sua frente com decisão. Abocanhou o caralho inteiro e foi chupando com vigor. Cidinha se lembrava que seu marido sempre reclamava que ela não era boa no sexo oral. Não sabia por que, mas agora iria se vingar praticando nos amigos dele, pagaria os melhores boquetes que jamais tinha dado. E Pedro agradecia o serviço: tinha uma morenaça aos seus pés, fazendo-lhe um boquete sensacional. Que beleza de boca tem a Cidinha, pensava. Zé vendo que a coisa era pra valer subiu na cama e ajoelhou-se por trás dela. Tinha uma bunda perfeita de presente, embrulhada num jeans que exibia as nádegas grandes e bem formada da Cidinha. Sem atrapalhar, ele desabotoou o jeans e foi revelando aquele bumbum queimado de sol. Mesmo no escuro dava pra ver o branco da marca de biquíni, que parecia marcar o caminho do "ouro". Logo tinha abaixado a calça até os joelhos dela, e com o tesão que lhe dava aquela bunda convidativa, abaixou suas próprias calças e meteu naquele monumento. Comia devagar, admirando o traseiro dela, mas logo foi estocando com vontade, chacoalhando a cama a cada enfiada. Nesse momento, Luís entrou no quarto. Tinha mandado ao inferno as suas dúvidas, decidiu que a bunda da Cidinha merecia uma boa sacanagem, pelo menos naquela noite. E assim aproximou-se da cama e trocou de lugar com Pedro que estava satisfeito com o pagamento da primeira dívida. Cidinha estava no segundo boquete e estava se desinibindo e, inclusive, pensando nas dívidas que ainda pagaria. Pelo menos, ninguém tinha reclamado de ter o pau chupado por ela até ali. Já começava a usar a língua para lamber todo o cacete do Luís. Preocupava-se apenas com o fato de que o Zé, não queria largar da bunda dela, agarrava-se nas nádegas e metia sem piedade por um bom tempo já. A cada estocada fazia com que o pau de Luís, que estava chupando, entrasse mais ainda em sua boca. Percebeu que tinha dado azar, pois Zé parecia ser dotado de um cacete bem grande e grosso, muito maior ao que estava acostumada a sua bocetinha, que sofria no início, mas já estava se acostumando. Os dois expressavam toda a admiração que tinham por aquele corpo moreno: "Que bunda tesuda, sua safada. Como sonhei em te enrabar desse jeito, gostosa!" Dizia Zé... Enquanto que Luís comandava as ações na frente e ela obedecia: "Isso Cidinha, passa mais a língua na
cabeça do meu pau, agora chupa ele inteiro, assim, como você é boa nisso!" Finalmente ele teve de parar pra recuperar o fôlego e Pedro reclamou para si a posse do dote mais valioso que Cidinha possuía, não dando sossego a sua xoxota já castigada pelo Zé. Também tinha satisfeito a primeira parte da dívida com Luís, quando Zé tomou o seu lugar. Não se lembrava de que ele tivesse ganhado um boquete no jogo de cartas, mas não disse nada, pois estava tomada de tesão. E assim deu um bônus ao pau de Zé, que era o mais safado dos três, com língua e boca; comprovando como era grosso e grande aquele sacana que acabara de comer-lhe a xoxota, enquanto Luís substituía Pedro no comando de seu traseiro. Puta sacanagem tinha montado na sua cama de casal, mas nem mais ligava se aqueles três espalhassem pelo escritório, pois assim o babaca do marido, de repente, se tocava e passava a dar mais atenção pra ela. Naquele momento estava cheia de tesão e álcool e só queria saber de ter o seu corpo abusado por aqueles três. Finalmente Pedro gozou e ele e Luís se arrumaram, saíram do quarto e foram embora, maravilhados com a hospitalidade que Cidinha tinha lhes oferecido naquela noite e com a confirmação de quanto era gostosa aquela bunda que ela tinha. Mas Zé continuava no quarto, deitado e com a Cidinha de boca no pau dele. Não havia gozado uma vez sequer, deixando Cidinha com mais tesão ainda de satisfazê-lo. Olhando para ela enquanto fazia desaparecer o seu cacete inteiro por entre aqueles lábios já experientes, falou com ironia: "Você pagou todas as dívidas, mas está faltando uma." Ela olhou-o, enquanto segurava o caralho mais grosso que já vira, e sorriu maliciosamente ao pensar na sacanagem que estava para fazer. Ele tirou-lhe a roupa e levou-a até a varanda. Lá havia um sofá grande que colocou de costas para a rua, e fez com que Cidinha ficasse de joelhos nele, apoiando-se no ferro da varanda, de forma a empinar a bunda e deixá-la completamente arregaçada para ele. Zé fitava os cabelos lisos dela, as costas morenas, a bunda espetacular e as coxas grossas, "Que potranca de mulher!" Pensava! Separou-lhe as nádegas um pouquinho e foi introduzindo a ponta do cacete no cuzinho. Cida, que até ali nunca tinha dado aquela parte a ninguém, porque achava que não iria gostar e nem que seria correto uma mulher fazer isso, estava queimando de tesão! O azar quis que logo o Zé, que era o de maior cacete, tivesse ganhado a bunda dela no jogo, mas ela passou a pensar que, com o tesão que lhe dava aquele caralhão invadindo-lhe o cuzinho virgem, tinha mais é tirado a sorte grande. Sentia as pernas amolecerem e a bunda ser invadida, mas agora não tinha volta... seu rabo tinha dono a partir daquele momento. Zé falou: "Pode ir relaxando a bunda que meu pau vai entrar inteiro nesse teu rabo de princesa, sua safada! Bem que eu sabia que estava faltando um cacete que domasse essa tua bunda tão gostosa. Vai se acostumando que está só na metade!" E enquanto ele falava, o cuzinho dela ia ardendo de tesão e dor e ela começava a gemer baixinho, imaginando que não só iria aguentar mais a outra metade do cacete dele como iria ter um gozo descomunal do jeito que estava indo. Levou um tempo para o cu de Cidinha acostumar-se e, enquanto continuava a enrabação, já gemia e gritava em alto e bom som para toda a vizinhança ouvir: "Ahhh, ahhh, enfia mais, enfia que eu gosto, seu sacana! Ahhh!". E o Zé ia enfiando mais e mais até começar a dar as primeiras estocadas naquele cuzinho que estava perdendo a virgindade de vez, com o tamanho do pau dele. Com habilidade, ele foi comendo a Cidinha até arregaçar o seu cuzinho por completo, que já tinha se rendido ao caralho que a penetrava por inteiro: "Isso, Cidinha, entrou tudo! Que beleza de cuzinho que você tem! Agora vou meter na sua bunda até você gozar, sua gostosa!". Esse foi o sinal para o início de uma grande foda na varanda, ao som dos gemidos de Cida que não parava de pedir mais. Que tesão, pensava ela, nua na varanda, com o ventinho a acariciar-lhe o corpo na madrugada ela de quatro ali no sofá, com aquele pau descomunal à foder-lhe, botando fogo na sua bundinha. Zé deu-se por vencido e descarregou todo o gozo acumulado no traseiro de Cidinha. E ela finalmente conseguiu satisfazê-lo, apesar de que, para isso, seu cuzinho agora entupido de porra, já não seria tão apertado quanto antes. Depois que todas as dívidas terem sido compensadas, ele se foi também, e Cida ficou sozinha com a xoxota e o bumbum doloridos, mas satisfeitos com a sacanagem que tinha organizado. De Luís e de Pedro nem mais se lembrava, mas daquele cacetão do Zé, não iria se esquecer tão cedo, pensou Cida. De fato, antes que o marido voltasse, Zé visitou-a várias vezes, nas quais ele nem precisava pedir: Cidinha lhe oferecia o bumbum magnífico para que ele satisfizesse o tesão de ambos. Por muitas noites ouviu-se na vizinhança os gemidos de prazer dela, acompanhados dos estalos das estocadas de Zé naquele traseiro maravilhoso, que virariam rotina, sempre que Cidinha estivesse só, em sua casa..









 

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