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Olá, vou relatar um fato que ocorreu comigo durante as últimas férias, mas antes deixe-me apresentar a vocês.

Todos me chamam de Déa, sou uma mulata com corpinho de violão, no melhor estilo mulata globeleza. Minhas pernas são bem torneadas graças a mamãe natureza e as aulas de aeróbica. Meus seios foi o meu marido que me deu de presente rsrs. Ele achava pequenino então resolvemos fazer um implante de 200ml em cada mama. Adoro tomar banho de sol na praia e sair para dançar a noite. Gosto de usar roupas leves e bem confortáveis, por causa do forte calor que faz durante o ano todo aqui em Salvador.

Por insistência de meu marido todos os meus biquínis são do tipo fio-dental, um menor que o outro. Meu marido pede para que eu use esses biquínis porque ele fica muito excitado com a marquinha que eu fico depois de usar as tanguinhas minúsculas que ele me dá. Os olhares gulosos dos curiosos em meu rabinho é outro fetiche de meu maridinho.

Combinei com meu marido que sairia de férias em março, logo após o carnaval. Eu já sabia que ele não poderia sair de férias na mesma época porque ele havia trocado de emprego a pouco tempo e ainda não tinha direito a férias enquanto eu estava obrigada a sair de férias visto que já ia vencer a segunda férias sem ter gozado a primeira.

Até esse ponto tudo corria normalmente, eu me programei para ir a praia todos os dias pela manhã enquanto nossa filha estivesse na escola e nos finais de semana eu sairia em viagens curtas com minha família. O que nós não contávamos é que meu marido fosse enviado para viajar justamente no período das minhas férias. Fiquei puta da vida com isso, muito chateada com a situação! Queria transar muito durante as férias e realizar mil e uma fantasias, havia acabado de renovar meus biquínis, saídas de praia e etc. para agora ficar sozinha com minha filha em casa.

Foi ai que meu marido me fez uma proposta que, mesmo sem ele saber, mudaria muito a minha vida sexual. Como a viagem que ele estava fazendo era para a região de Porto Seguro ele se comprometeu a deixar a equipe dele trabalhando sozinha durante o final de semana para que ele pudesse me dar atenção neste período. Combinamos então que na sexta-feira pela manhã eu pegaria um vôo de Salvador para Porto Seguro aonde ele me encontraria.

Chegando em Porto Seguro almoçamos e seguimos viagem para uma cidade vizinha, Eunapólis, aonde ele e a equipe estavam hospedados. Chegando ao Hotel fui conhecer as instalações. Fiquei encantada com a estrutura do Hotel. Tinha piscina com deck molhado, sauna mista e até uma academia, tudo muito próximo. Foi neste momento que meu marido disse que tinha uma má noticia. A equipe estava precisando do apoio dele em uma cidade a 200 km de distância de onde estávamos. Ele me explicou que dificilmente conseguiria voltar ainda na sexta-feira, mas que eu poderia utilizar toda a infra-estrutura do Hotel enquanto ele estivesse fora.

Dito isso ele seguiu viagem e eu fui desarrumar minha bagagem terminando por volta das 15:00h. O sol ainda estava bom para pegar um bronzeado e como a piscina estava meio vazia quando eu cheguei (apenas alguns hóspedes almoçavam) resolvi ousar no modelo do biquíni. Vesti um micro biquíni fio-dental marrom claro, sem forro, com as laterais da calcinha em silicone transparente. O biquíni tinha em torno de 5cm na parte de trás e na base do top enquanto na frente tinha menos de 8cm. O contraste da cor do biquíni com a minha pele dava a sensação de que eu estava pelada e eu queria muito ser desejada naquele momento, quanto mais olhos famintos me secassem mais tarada eu ficaria e com mais tesão eu transaria com meu marido quando ele voltasse para hotel. Vesti uma micro saia branca e sai somente com uma toalha de banho, chinelo, óculos escuro, cha

péu e protetor solar na mão (coisa básica de qualquer mulher).

Chegando a piscina, estendi minha toalha na espreguiçadeira, tirei minha saia e fui tomar uma chuveirada para cair na piscina. Enquanto eu desfilava pude perceber o cochicho dos funcionários do Hotel sobre mim e logo a área da piscina ficou movimentada. A todo instante passava um funcionário diferente e me comia com os olhos, por mim tudo bem! Eles poderiam me comer quantas vezes quisessem na imaginação que a mim não incomodava eles é que ficariam com a mão cheia de porra rsrsrs. Entre um mergulho e outro percebi alguns jovens na academia suando a camisa. Eventualmente eles chegavam até a sacada da academia para apreciar a paisagem e logo voltavam a puxar ferro entre muitos risos e molecagens.

Não demorou muito para que eles resolvessem descer para a piscina para se refrescarem, nesse instante eu já estava tomando uma caipirinha para relaxar, já estava na segunda dose quando eles entraram na piscina. Terminei minha caipirinha e fui para a cadeira tomar sol, comecei a espalhar o bronzeador lentamente pelas pernas enquanto olhava os garotos na piscina através de meus óculos escuros. Percebi que eles faziam comentários sobre mim e meu biquini, consegui escutar esse trecho da conversa:

- Pensei que ela estava nua mano! Quando ela passou aqui do lado foi que vi que ela estava de biquini.

- Puta que pariu velho, ela deve ser alguma prostituta de luxo que algum velho daqui está fudendo...

- Quanto será que ela cobra para fazer um serviço completo para nós três?

Em principio fiquei indignada com os moleques por estarem me chamando de prostituta. Todo mundo quer ver mulher com corpão usando biquíni minúsculo, quando vêem me tratam dessa forma! Por outro lado eu sabia que aquele biquíni que eu estava usando era muito devasso e logo entendi que não era culpa deles aqueles pensamentos, afinal de contas eles foram criados em uma sociedade machista.

Resolvi entrar no joguinho deles, abri bem as pernas e comecei a passar o bronzeador na parte de dentro nas coxas olhando para eles e cantarolando Poligamia de Paula Toler:

... Meus amores me querem inteira em qualquer posição; Meus amores não marcam bobeira e eu não fico na mão; Escritório, supermercado, banco de condução; Todo canto é apropriado; Eu nunca digo não ...

Demorei mais um pouquinho passando protetor na virilha e acariciando a minha bucetinha que a uma altura dessas já estava sedenta por vara, passei pela barriga e braços e voltei a demorar nos seios, com direito a uma puxadinha no soutien do biquini para verificar a marquinha. Terminada essa seção de sedução pude perceber que eles estavam hipnotizados e meus mamilos intumescidos, deitei-me na cadeira e comecei a me bronzear de frente. Meia hora depois resolvi me virar mas antes fui até o bar pegar mais uma caipirinha. Percebi que os meninos estavam tomando cerveja e já estavam bem mais desinibidos e já soltavam piadinhas diretamente para mim, me perguntando se já não estava na hora de assar o outro lado, então respondi:

- Assar? Não sou comida, lindinho, para ser assada. Eu vou me bronzear atrás agora, estou precisando de ajuda para passar o bronzeador, será que vocês conseguem ou vão ficar todos assados? – dei um sorriso irônico e caminhei até minha cadeira pensando comigo mesma:

- Que loucura é essa que estou fazendo? Será que é o efeito da caipirinha? E se esses garotos acharem que estou dando mole para eles? Não é essa a minha intenção, eu só queria brincar um pouquinho de seduzir...

Deitei-me na cadeira com a bunda para cima e soltei o top do biquíni, quando os garotos chegaram perto falando:

- Mas dona, que coisa feia. Pede ajuda e depois da as costas para gente como se fossemos cachorro...

- Desculpem-me mas foram vocês que me provocaram. Então vão me ajudar ou não?

Os três garotos começaram a brigar para ver quem passaria o protetor em mim, então sugeri que os três poderiam passar, eu deveria estar enlouquecida para fazer uma proposta desta, com um minúsculo pedaço de pano enterrado no rabo, sem o top e pedindo para 6 mãos percorrerem todo o

 meu corpo, não nego que a excitação já era maior que a razão e os garotos caíram para dentro de mim, aproveitando para alisar bem as minhas coxas, bunda e até a lateral dos seios (quando eu levantava o tronco para beber minha caipirinha meus mamilos apareciam e demonstravam meu estado de excitação). Um dos meninos, mais ousado, passou a mão em minha xoxota começando no clitóris e terminando na porta do cu. Uma onda de choque correu todo o meu corpo e acabei soltando um gemido de prazer baixinho o suficiente para que eles percebessem minha vontade de transar e repitiram a dose, agora com uma dedada bem lubrificada em meu cuzinho. Dei um tapa na mão deles e mandei pararem que já estavam bom demais.

Eles continuaram sentados ao meu lado e começamos a conversar banalidades até que começou a escurecer. Cobri meus seios com a toalha, levantei-me, me despedi dos garotos, peguei minhas coisas e fui para o quarto. Estava tão excitada que não conseguia pensar em outra coisa que não fosse sexo. Mas meu marido não estava ali para me satisfazer e a sacanagem com os garotos apesar de gostosa não deveria prosseguir pois não tinha a menor intenção de ser infiel.

Já estava escuro, olhei em direção a piscina e não vi movimento de gente. Vesti um roupão curto, sem nada por baixo e fui em direção a sauna. Que sensação maravilhosa estar pelada, coberta por um roupão alisando os seios, o ventinho gostoso acariciando minha xaninha raspadinha...

Cheguei ao restaurante do Hotel, pedi um suco e pedi para que ligassem a sauna e colocassem o vapor no máximo. Terminei de beber meu suco e fui em direção da sauna. Tirei o roupão e fiquei nuazinha, percebi que do lado de fora o rapaz que me atendeu tentava olhar pela janela da sauna mas não dava para ele saber se eu estava nuazinha em pelo ou se estava usando o mesmo biquíni de mais cedo.

Já dentro da sauna pude perceber o quanto era bonita. Tinha duas iluminações, uma mais forte que iluminava todo o ambiente e outra mais fraca pelo rodapé da sala. Liguei a lâmpada mais fraca para criar um ambiente mais aconchegante e me deitei em um dos bancos mais ao canto. Comecei a pensar em tudo o que ocorrera com os garotos mais cedo e com aquele vapor todo no ambiente, dificultando até mesmo enxergar a porta da sauna, comecei lentamente a me masturbar pensando nos três garotos me alisando mais cedo, aquela dedada me deixou mais louca do que deveria. Quando estava prestes a gozar, a porta da sauna abre. Levei um baita susto já que eu estava peladinha dentro da sauna. O coração disparou, eu fiquei sem reação, não sabia o que fazer. A primeira idéia que veio em minha cabeça foi ficar quietinha no canto e esperar quem fosse que estivesse ali ir embora.

Quando ouvi as vozes logo percebi que eram meus garotos. Estavam tentando achar a lâmpada mais forte, mas não acharam. Entraram e sentaram-se a 3m de distância de onde eu estava, não percebendo a minha presença ali dentro começaram a conversar. O assunto deles não poderia ser outro, estavam falando sobre mim. Cada um contava o que faria se tivessem a oportunidade de transar comigo. Aquela conversa foi me deixando excitada novamente e levada pela adrenalina eu comecei a me masturbar em silêncio, ali bem ao lado de meus taradinhos e a cada sacanagem que eles falavam meu tesão aumentava e o ritmo da siririca aumentava também. Meu clitóris parecia que ia explodir de tão inchado que estava, já estava difícil segurar o ritmo da respiração, comecei a ficar ofegante e quando comecei a gozar a luz da sauna acendeu:

- Achei! – gritou um dos garotos

- Puta que pariu, você achou mesmo velho!!! Venha ver o que foi!!!

Eu já não me controlava mais, eu só pensava em pica, rola, caralho, cacete qualquer coisa que me preenchesse completamente! Eu gozava e gemia alto e os garotos vibravam com aquela cena que eles assistiam. Enquanto terminava de gozar sozinha, os meninos foram tirando suas sungas e caminharam em minha direção. Eu só enxergava os vultos deles não tinha a menor noção do tamanho do pau deles, só senti tapas de pica no rosto, sem cerimônias comecei a chupá-los e ol

hando para eles, alisando dois cacetes e com um na boca eu dizia:

- Não queriam me comer? Não disseram que iam me lascar em banda? Então venham, estou aqui prontinha, esperando vocês! Me fodam! Comam-me! Me lasquem todinha!!!

Empurrei um dos garotos para um dos bancos e sentei de vez no cacete dele! Se arrependimento matasse com certeza eu teria morrido naquele momento. Estava traindo, sem camisinha e o cacete do moleque bateu em meu útero!

- Puta que pariu! Que rola comprida é essa seu moleque? – Bati no rosto dele e comecei a cavalgá-lo como uma fêmea no cio.

Se aproveitando do meu estado de insanidade, do suor e da lubrificação um segundo encostou a cabeça da pica na portinha de meu cuzinho, antes que eu pudesse esboçar qualquer reação, escutei um “plop” e uma dorzinha fina que veio até meu ventre.

- No meu cu não porra! – Gritei com o assanhadinho só para levar um tapa estrondoso na banda da bunda.

- No cu sim sua vadia, ficou provocando agente o dia todo e agora vai ficar regulando o cu? Se você mulher que prestasse não estaria pelada se masturbando dentro de uma sauna mista. – Foi ele falando essas palavras, que doeram mais que o tapa e a dupla penetração, que eu fui sentindo sua pica me rasgar por dentro.

A rola que estava em meu rabinho não era maior do que aquela alojada em minha buceta em compensação era muito mais grossa. Eu sentia minhas pregas indo embora, aquela era a segunda vez que eu fazia sexo anal e dessa vez era com DP. Não tinha jeito, eu chorava na pica dos meninos mas me deliciava em sentir duas rolas se encontrando dentro de mim, brigando por espaço, colidindo uma com a outra. Sentir as duas picas se esfregando dentro de mim era uma realização deliciosa apesar de dolorosa no inicio. Comecei a chupar e masturbar o outro garoto enquanto os outros me bombeavam em um ritmo forte mais em sincronia. Já tinha perdido a conta de quantas vezes havia gozado com aquela situação, até que senti o pau que eu chupava engrossar, quando eu entendi o que ia acontecer levei mais um tapa forte na bunda e ouvi uma ordem:

- Você vai engolir tudo sua cachorra – Nunca antes tinha engolido esperma de homem algum, meu marido sempre reclamou, mas dessa vez não teve jeito, seguraram minha cabeça e começarem a foder minha boca como se fosse minha boceta, escutei um urro de prazer e senti minha boca inunda de porra.

Meu nariz estava encostado na barriga de meu algoz e suas bolas tomavam minhas bochechas, estava sem ar e não tive outra solução senão engolir todo aquele esperma que já vazava pelo canto da boca, quando engoli tudo ele tirou seu pau de minha boca e eu pude respirar quase desfalecida, levei duas chibatadas na cara e comecei a sentir os movimentos dos meninos aumentarem dentro de mim, eles iam gozar também, e juntos comigo. Comecei a chorar de felicidade por um momento tão único, nem lembrei que eles estavam gozando em meu ânus e minha vagina. Eu gemia e soluçava de prazer, meu corpo todo tremia. Estava ofegante e os meninos também.

Reuni forças e consegui sair da sauna, deixando eles desfalecidos lá dentro. Desliguei a sauna, vesti meu roupão e fui toda suja e descabelada para meu apartamento. Chegando lá tomei um banho e me recompus sem acreditar no que eu acabara de fazer.

E o que meu marido vai pensar disso tudo? Sinceramente não sei o que dizer. Agora vou dormir. Amanhã é outro dia...

Enviado por leitora anonima
 
 

Começo esse relato dizendo que sou uma mulher casada e feliz, e essa é apenas uma pequena introdução de uma estória que rendeu e rende problemas até hoje, não é uma estória aborrecida, mas realmente tem momento em que preferia não ter vivido a mesma. Me chamo Dolores e essa é minha estória.

Como disse anteriormente sou casada com um homem que amo, respeito e necessito. Sou dona de casa, não tenho corpo de modelo, ao contrário tenho alguns quilos a mais, não muito, mas estou acima de meu peso. Em meus quarenta anos de vida, tive dois filhos sendo a mais velha atualmente com dezenove anos e o mais novo com dezoito. Meu marido é um homem muito quente, tanto que me procura várias vezes na semana e sempre estou disposta a deitar com ele e termos uma relação da qual desfruto enormemente. Mantemos relação pelo menos durante três ou quatro dias na semana. As vezes estou cansada de minha rotina diária, mas sou uma mulher submissa, a típica dona de casa que aprendeu a atender os caprichos do marido e cujos desejos são ordens a não serem discutidas. Sou sua esposa e aceito suas propostas sem discutir, afinal de contas fui criada de forma que a mulher deve se submeter a seu marido e a seus caprichos, não tendo que questionar as ordens emanadas dele, pois é o homem e o provedor da casa. Sempre aceitei que os homens têm a força e a ferramenta para subjugar as mulheres. Nós somos aquelas que somos abertas e os homens aqueles que nos abrem. Essa foi minha criação e a forma que sempre enxerguei o mundo dos homens e mulheres.

Algumas pessoas vão me criticar por isso, mas eu cresci assim e para mim, agora, é muito difícil mudar, reaprender as coisas da modernidade. Fui criada para ser esposa, mãe e submissa ao marido.

Durante vinte e dois anos de casada e até o ano passado, somente uma vez tinha sido infiel a meu esposo e já haviam passado quase vinte anos desse ocorrido. Eu trabalhava como atendente em uma clínica, antes de me formar enfermeira. Mas essa é outra estória que retomarei em breve.

No ano passado voltei a enganar meu marido e dessa vez ele ficou sabendo e bem, recebi a primeira surra de minha vida. Não posso aceitar que um homem agrida a uma mulher, mas compreendi seus sentimentos. Um homem como ele, um macho alfa, dominante, deve ter-se sentido muito mal ao descobrir que sua esposa voltava da rua após ser duramente trepada e metida.

Era inicio de primavera no ano de 2006 quando em uma manhã sem qualquer motivo, a não ser uma ação diabólica, vi minha vida ser virada de cabeça para baixo, após ir no sacolão do bairro onde resido para fazer uma compra, como havia feito, centenas de vezes antes.

Pelo menos três vezes por semana e as vezes todos os dias, eu comprava no mesmo verdureiro. O dono era um senhor maduro que sempre tinha um comentário de duplo sentido que faz as mulheres sorrirem. Essa manhã foi diferente. Seus comentários tinham muito sentido para mim, pois me faziam molhar a xoxota e a calcinha evidentemente, fazia meus mamilos ficarem eriçados. Eu olhava para o volume entre suas pernas e percebia que ele estava excitado comigo.

Esse dia ele aproveitou-se que não havia outras clientes na loja e começou a dizer coisas que realmente me faziam corar, dizia o quanto eu era agradável, bonita, sensual, sempre sem dizer diretamente nada, mas eu sabia perfeitamente o que ele dizia. Por exemplo ele dizia que haviam mulheres que mexiam com a cabeça dos homens apenas por andarem na rua. Que essas mulheres eram capazes de fazer qualquer um perder a cabeça, todas elas. Ou dizia que o tesouro escondido sempre era mais aprazível e impressionante. Dentre outras baboseiras.

Mas esse dia simplesmente ele me perguntou se eu já havia provado sua banana? E me mostrou uma banana enorme e grossa, bem grande mesmo.

Não sei porque respondi que ela deveria estar dura pois ainda não estava madura. E disse isso olhando para o formidável volume que ele tinha entre as pernas e que estava estufando sua calça.

Comecei então a pedir as verduras e legumes que precisava: Berinjelas, batatas, quiabo, beterraba, abobora e cenouras! Ele me respondeu que as cenouras tinham acabado de chegar e que ele ainda não tivera tempo de as desembalar, mas que a tarde já estaria na banca. Se eu poderia voltar dentro de uma hora que já as teria desencaixotado.

- Eu lhe respondi que sim, voltaria depois para buscar as cenouras.

Fiz outras compras, retornando ao verdureiro por volta do meio dia e meia, ele já estava fechando a loja, pois somente funciona pela manhã e estava sozinho.

- Vim buscar as cenouras, lhe disse parando à porta.

- Ah sim, claro, me respondeu. Contudo se a senhora não se importar terá que esperar alguns minutos enquanto vou buscar? Contudo talvez seja melhor que a senhora mesmo escolha as que queira, disse abrindo a porta e me convidando para entrar na loja.

Assim fomos nós dois até os fundos da loja, onde estava o estoque. Ele vinha atrás de mim, quase encostando em meu corpo, eu sentia sua respiração e isso mexeu comigo, sentia que estava ficando acalorada e excitada com aquela situação, minha xoxota começou a umedecer e minha calcinha também.

Chegamos a uma espécie de galpão onde haviam diversas caixas de verduras, frutas, legumes, em um canto, havia um colchão encostado na parede, com um lençol enrolado sobre ele. Olhei curiosa para aquela peça. Ele percebeu meu assombro e me disse:

- Às vezes a mercadoria chega bem cedo e tenho que dormir aqui para recebe-las e também para descansar antes de voltar para casa. Também algumas damas se sentam nele para esperar o produto. Começamos a rir desse comentário e eu perguntei.

- E são muitas as damas que o fazem?

- Algumas!

Respondeu de forma misteriosa e maliciosa.

- Aqui estão as cenouras, me disse mostrando-me uma caixa que acabara de abrir. Escolha as que preferi.

Eu me aproximei da caixa que estava no chão e quando me inclinei para escolher algumas, o senti. Era seu cacete duro apoiado em meu traseiro, bem no rego de minha bunda, mostrando-me um caminho do qual eu não poderia mais voltar.

Fiquei quieta, não disse nada. Ele me apertava mais e dizia:

- E essa cenoura? O que você acha dela?

Continuei calada, mas sorria baixinho.

Ele então levantou meu vestido até deixar a mostra minha calcinha. Se inclinou sobre minhas costas e me disse baixinho no ouvido:

- Você gosta dessa fruta que quero lhe dar?

- Sim, respondi com voz rouca.

0 verdureiro, que se chama José, começou então a me empurrar para o lado do colchão, sempre segurando minha cintura e roçando o cacete em meu traseiro, dizendo que iria me arrebentar, acabar comigo com aquele enorme cacete que tinha e que eu sentia, dizendo ainda que eu iria receber o que estava procurando.

Me deixei conduzir. Somente pensava que esse homem grande e pauzudo iria meter em mim e alguns minutos. A única coisa que me preocupava é que estava usando uma calcinha velha e que inclusive poderia estar furada, mas nunca pensei que poderia acontecer o que estava ocorrendo nesse instante.

Ele quase me carregava no ar, suas mãos acariciavam meu corpo como um possesso. Eu continuava sentindo seu palpitante cacete bem no rego de minha bunda, pressionando minhas carnes, sua glande quente empurrava o tecido como se quisesse entrar através dele.

Era um homem rude no trato com uma mulher e a mim não estranhei, pois, a maioria dos homens me trata assim. Não era indelicado, mas era bruto, tosco, um homem das cavernas e não um cavalheiro. Uma mulher submissa gosta também de se sentir dominada, de sentir o membro duro do homem mostrando que a deseja e o que a fará sentir. A dureza de seu cacete era seu cartão de visita e mostrava claramente quem era o dono da situação, quem era o macho alfa e quem era a fêmea naquela relação. Ele não abria muito espaço para doçura, mas a intensidade das sensações era incrível e eu estava tão molhada que não queria esperar mais para sentir ele dentro de mim.

Ele mordia minha orelha, lambia meu pescoço, deslizando a língua lentamente numa caricia. Dizia baixinho que eu iria voltar para casa cheia de porra e satisfeita e até mesmo cansada. Me mostrou o colchão, disse que eu iria morde-lo, que eu iria me fartar, seria amada até ficar sem folego, exausta e dolorida.

Eu não respondia nada. Somente me deixava conduzir e tratava de assimilar que depois de muitos anos, outro homem que não era meu marido iria meter em mim. Isso me dava medo, sabia que meu marido era muito macho, ciumento e possessivo e que eu seria duramente castigada se ele viesse a tomar conhecimento disso. Mas eu não me importei naquele momento. Estava muito excitada e desejando esse verdureiro pauzudo e bruto, que me dominava nesse momento, me tratando como uma dona de casa qualquer que abriria bem as pernas para recebe-lo e que gritaria sob seu corpo e submetida a seu enorme membro.

Ele então abaixou minha calcinha de um puxão, passou então sua mão grossa de trabalhador por toda a racha de minha bunda, de cima até embaixo, detendo-se em minha vagina, cujos lábios abriu com seu dedo maior pois percebeu que eu já estava encharcada. Eu apenas gemi e abri um pouco mais as pernas. Ele então me virou e meteu a língua dentro de minha boca, num beijo possessivo e molhado, chupava-me a língua e eu sentia como se a língua dele pudesse chegar até minha garganta. Em seguida ele me segurou pelos ombros e me empurrou para baixo, até que eu me ajoelhei no chão de frente para ele. Em seguida ele começou a esfregar meu rosto no volume de seu ainda escondido membro. Eu senti em meu rosto a forma e a dureza daquele membro, me parecia grande e grosso como eu imaginava quando olhei para entre suas pernas pela manhã.

- Você quer isso, vadia?

Eu não respondi, mas me deixei levar, afinal de contas estava excitada e submissa como deveria estar. Ele então abriu o zíper da calça e seu cacete saltou de dentro, era grande, era grossa e era cabeçuda, me segurou pelos lados do rosto, elevou meu rosto de modo que pudesse olhar para ele e me disse:

- Vou fazer você engolir e chupar esse cacete até se fartar.

Então ele baixou a posição de meu rosto até ficar defronte ao seu cacete e me puxou contra seu ventre. A cabeça daquele cacete apontava para minha boca e eu entreabri a mesma para receber aquele troço de carne dura e palpitante. A glande começou a pressionar meus lábios e segui abrindo a boca até conseguir que aquele chapéu entrasse e deslizasse boca adentro em direção à minha garganta. Era muito grande e era muito grosso aquele pau duro, muito duro, apontando para sua barriga. Eu chupava e lambia aquele cacete, babando-o com minha saliva. Eu estava em êxtase com aquele membro dentro da boca. Sentia minha vagina cada vez mais molhada e escorrendo meus fluidos pelas coxas, porque a calcinha, já não tinha condição de absorver mais nada. Eu queria aquilo, estava gostando daquilo, do que estava acontecendo e me sentia uma mulher desejada e que seria com certeza complacida por aquele rude homem.

Ele metia em minha boca como se estivesse fazendo-o em minha xoxota e assim fiquei chupando aquele pau por muito tempo, ele não tinha pressa e conseguia segurar sua excitação impedindo-se de gozar em minha boca. Eu já estava com a boca cansada de tanto chupar, quando ele puxou o cacete de dentro e então segurando-o com uma das mãos, bateu com o mesmo em meu rosto, aquele pau duro e inchado, cabeçudo, batia em minha face, em meu nariz, em todo meu rosto. Sentia aquele falo poderoso e via como da fenda na sua glande deslizava gotas de seu próprio liquido pre-seminal, seu lubrificante natural, misturado com minha saliva o que deixava aquele quadro completamente babado.

Em seguida ele me puxou de novo para cima e novamente me beijou, enfiando a língua dentro de minha boca, digladiando com a minha e sem demonstrar qualquer reparo no fato de eu a instantes estar chupando-o, gostei daquela atitude, pois meu marido me mandava lavar a boca depois de o chupar, para somente então voltar a beijar minha boca. Percebi que aquele homem não tinha nojo de mim e nem da caricia que eu acabara de fazer no mesmo, ao contrário agradecia com beijos e caricias, aumentando ainda mais meu grau de excitação.

Ele me segurou pelas nádegas e disse que me partiria ao meio, disse que iria enfiar todo seu grande e grosso cacete em meu ânus e que o abriria para sempre, que nunca mais o esqueceria quando estivesse fazendo amor com outro homem.

- Você vai sentir um verdadeiro cacete arrombando sua argola, esse seu delicioso anel de couro.

Então ele me virou de costas para ele. Senti seu pau duro bem no rego de minha bunda e ele roçando aquela peça de nervos em mim. Eu me preparei para receber aquilo tudo em minhas profundidades.

Depois ele puxou meu rosto para trás e voltou a me beijar. Eu me ajeitava elevando os pés para que seu cacete entrasse no vão de minhas pernas, eu já queria sentir aquele membro percorrendo minhas carnes. Com uma das mãos ele conduziu o cacete e colocou a cabeça bem na entrada na buceta, eu arrebitei o mais que podia o traseiro e então com um movimento de quadril ele começou a entrar dentro de mim, senti minhas carnes sendo abertas, esticadas. Era um descomunal volume que me penetrava. Abri a boca para me ajudar a respirar porque a pressão era muito grande e apesar de minha natural lubrificação, da lubrificação dele e de minha saliva deixada no corpo de seu cacete, ainda assim a penetração era justa, apertada, parecia que eu estava sendo desvirginada novamente, era muito maior e mais grosso que o de meu marido.

Senti um grande alivio quando seu ventre se apoiou em meu traseiro, eu sabia que tinha sido totalmente penetrada, mas então ele começou a bombear. Entrava e saia, seu pau puxava a aba de minha xoxota para fora e depois empurrava de novo para dentro. Estirando minhas carnes. Sentia que meu clitóris era pressionado pelos pequenos lábios da vagina sendo puxados e isso aumentava ainda mais o grau de minha excitação. A minha única saída foi começar a gemer e quase gritar o prazer que estava recebendo, sentia minhas carnes cada vez mais molhadas, escorrendo fluidos perna abaixo, coxa abaixo. Suas mãos em meus quadris apoiavam e davam sustentação aos seus embates, ao seu ir e vir dentro de mim. Em segundo não consegui me conter e gritei o prazer, ele me estava fazendo gozar e gozar de uma forma tão intensa que perdi o equilíbrio, a sustentação das pernas e cai de quatro no chão, ao lado do colchão. Quando senti que caia e que seu cacete saia de dentro de mim, foi uma tristeza, como se tivesse sido abandonada.

Esse foi o único momento em que ele foi delicado comigo, pois me ajudou a me posicionar sobre o colchão e voltou então a entrar por trás dentro de mim e continuar martelando seu falo em minhas entranhas. Penetrava-me profundamente, sentia a cabeça de seu cacete pressionando o colo de meu útero, empurrando minhas carnes para dentro e depois as puxando para fora, achei que ficaria totalmente arregaçada e machucada com aquele colosso.

Mas além daquele pedaço estrondoso de carne ele tinha outras ideias, me segurou pelos cabelos me mantendo bem penetrada e lubrificando um dedo o enfiou em minha bunda. Ele começou então a enfiar e tirar o dedo de dentro de mim, laceando, alargando meu ânus, depois ele enfiou um segundo dedo, doeu, pois não sou acostumada a dar a bunda, meu marido me comeu algumas vezes, mas não é sua preferência.

Enquanto procurava alargar meu buraco traseiro, ele não parava de me penetrar e me acariciar, levando-me a ter diversos orgasmos sucessivos, um atrás do outro, cada um mais intenso que o outro. Eu estava nas nuvens sentindo um enorme prazer, sendo amada, sendo subjugada e sabendo que aquele homem estava desfrutando de mim, tanto quanto eu desfrutava dele.

Enquanto ele metia e me acariciava ele também me ofendia, chama-me de puta de vadia, de mulher fácil e principalmente de submissa.

Eu lhe respondi que não era puta, que era casada e que nunca havia traído meu marido antes. Ele então me deu um sonoro tapa na bunda cujos dedos ficaram marcados em minha pele.

- Eu sabia que deveria ter avançado sobre você antes. Há anos pensava nesse momento, mas nunca percebi que seria tão fácil, você parecia ser inatingível, sequer conversava, chegava pegava o que queria pagava e ia embora. Eu olhava você caminhando e ficava excitado, mas não podia pôr a perder uma cliente por causa de apenas uma tentação. Mas quando comecei a conversar e você me respondeu, fui tomando confiança e sabia que era apenas uma questão de tempo, que você seria subjugada por meu cacete e eu te arrombaria com ele.

As palavras serviram apenas para me excitar mais ainda e eu gemia e rebolava debaixo daquele verdureiro de pinto grande e grosso que estava me abrindo toda. Meus gritinhos de prazer eram sonorizados a cada bombeada que ele dava, seu cacete era implacável dentro de mim. E ele dizia:

- Toma puta, goza gostoso, goza de novo com esse macho que está te perfurando.

Eu sentia seu cacete pulsando dentro de mim. Eu apertava os músculos internos da vagina para sentir tudo que me era possível e desfrutar daquele homem rude, mas que estava me levando a sentir sensações que eu tinha certeza jamais esqueceria em toda a minha vida. Estava maravilhada em ser submetida a ele, em sentir sua masculinidade dentro de mim, em sentir minhas carnes macias sendo abertas, minha intimidade violada.

Ele me ofendia, me chamada de puta, de vadia. Eu não me sentia ofendida, ao contrário tinha aquelas palavras como um elogio, pois ele estava tendo prazer comigo e eu tendo com ele. Gozávamos cada vez mais intensamente. Eu sentia que estava aberta, arregaçada com aquele enorme cacete me abrindo as carnes mais delicadas e sensíveis de meu corpo.

- Vou te mandar para casa totalmente aberta e arreganhada. Seu marido vai poder enfiar a mão dentro de você, porque se enfiar o pinto, não vai sentir nada, pois duvido que o cacete dele seja maior e mais grosso que o meu.

Ele dizia essas palavras e em meu intimo sabia que não estava mentindo. Meu marido era bem-dotado, mas esse homem era um verdadeiro cavalo, parecia um garanhão puro sangue e seu cacete era simplesmente fantástico de grosso e grande.

Eu tentava ignorar, sentia-me trespassada cada golpe de sua glande contra o colo de meu útero apenas ampliava as suas palavras, eu sabia que nunca esqueceria esse cacete e estava gozando tudo que podia, aproveitando, pois não tinha nem ideia de como chegaria em casa. Ele não parava de meter, entrava e saia de dentro de mim como se estivesse possuído, suas penetradas eram fortes e fundas, ele estava me mostrando como um verdadeiro macho alfa trata sua fêmea.

De repente ele me deitou de costas no colchão, sua boca começou a me lamber o rosto, beijava meus lábios e lambia meu pescoço e minha orelha, arrepiando-me. Deitou em cima de mim e me penetrou novamente, deu dois fortes empurrões, cavalgando-me, enfiando até o fundo e minha vagina e então ele tirou tudo para fora.

Eu olhava seu cacete duro entre nossos corpos, olhava minha xoxota toda aberta e escancarada. Então ele me ordenou que abrisse o máximo possível a perna e levasse os joelhos ao peito e com as mãos que abrisse bem a bunda.

Ele iria me comer analmente. A princípio desesperei, não sabia se iria conseguir receber aquele cacete dentro de meu ânus. Ele iria arregaçar meu traseiro e eu não podia fazer nada para impedi-lo, ele iria romper meu cu. Tinha medo, estava com medo, sabia que iria doer, ele iria me marcar como uma vaca de sua propriedade, meu marido poderia descobrir. Seria muito difícil receber tamanho aparato em meu traseiro, mas ele estava decidido e eu iria tentar, com todas as forças e ganas eu iria tentar. Eu tinha a necessidade de que este verdureiro pintudo me dera o merecido castigo, por me excitar e molhar as calcinhas pensando em seu cacete grande e cabeçudo. Ele passou o cacete pela racha de minha bunda, espalhando os fluidos por toda a extensão, mas centrando em meu ânus. Ele espalhava os fluidos que seu cacete havia arrancado de dentro de mim e que misturado à sua própria lubrificação, permitira que seu cacete entrasse e saísse de minha xoxota. Eu sentia os fluidos escorrer por minhas coxas tamanha a excitação que sentia. Mesmo assim ele deu uma cusparada em meu rabo, misturando saliva àquele coquetel baboso.

Uma de suas mãos segurou minha cintura e a outra a base do cacete. Ele então apoiou a glande bem na entrada de meu ânus e começou a pressionar, pensei que ele iria me separar em duas, pois quando senti a cabeça dilatando o buraco de meu ânus, pensei que não aguentaria, queimava e doía muito, então, seu cacete duro, implacável e quente, começou a trespassar-me.

Eu rogava que ele me libertasse, que ele parasse de enfiar, de empurrar, era um gemido, um ganido e não palavras. Um lamento profundo, contudo, eu me deixava penetrar e tratava de relaxar e abrir o máximo que podia meu ânus. Eu já tinha dado a bunda, mas nunca para um cacete como aquele. Nada tão grande havia andado por ali. Quando ele começou a bombear eu já chorava de dor, minha bunda queimava como se estivesse em carne viva, então, momentos depois a dor começou a diminuir, comecei a sentir seu cacete deslizando para dentro e para fora, ao mesmo tempo que ele dizia palavras diferentes em meus ouvidos, dizia que eu era corajosa, que estava de parabéns, que havia sido valente naquele momento e que ele estava satisfeito comigo. Sua mão acariciava meu traseiro enquanto eu sentia seu peso em minhas costas. Comecei a sentir prazer e a me sentir protegida, saber que um homem poderoso como ele, capaz de encher cada parte de meu corpo com seu cacete, tinha momentos de delicadeza e de atenção. Ele exigia, mas sabia tratar bem uma mulher.

Quando por fim ele terminou comigo, eu estava toda dolorida, tinha esperma escorrendo de meu ânus e de minha vagina, estava sem calcinha e assim me dirigi para casa, ainda lembrando dos carinhos e do prazer proporcionado pelo verdureiro.

Quando cheguei em casa, me esperava o desastre. Meu marido havia chegado mais cedo do que o costume, pois a fábrica havia encerrado mais cedo o expediente. Ao olhar para mim e eu abaixar o olhar, no mesmo instante ele percebeu que eu tinha dado para outro homem, tinha deitado com outro macho.

Ele então me ensinou como responder por meus atos e que devemos estar preparados para isso. Ele me deu uma surra que me deixou toda marcada, com enormes vergões nas coxas, na bunda e nas costas. Ele usou um cinto de couro para isso.

Depois me levou para o banheiro e me obrigou a tomar um belo banho. Pensei que iria me abandonar, que meu casamento estava acabado. Mas não sei porque não fez isso, ao contrário, me jogou na cama e fez amor comigo de uma forma intensa, carinhosa, mostrou-me quem era meu esposo e preciso confessar que vibrei em seus braços, evidentemente não tanto e nem com a intensidade que havia conseguido com meu verdureiro
 

Oi me chamo Lucimara, me casei e fui mulher de um homem só. Fiquei casada até os 37 anos, entre abril e maio do ano passado me separei, fiquei morando sozinha, ja que meus filhos ja estão casados.
Passei meses dificies, sem sexo, porém o que vou contar aqui foi a trepada mais gostosa desse ano.
Conheci um garoto de 26 anos, na eleição, fizemos boca de urna para o mesmo candidato e foi muito bom trabalhar com ele, conversamos o dia todo, rimos muito. No fim do dia fomos bebemorar.
Ficamos os dois em um bar tomando cerveja e como não bebo, fiquei logo de fogo. Ele me trouxe até minha casa e como eu estava muito bêbada, ele me levou até o chuveiro, me ajudou a tomar um banho para passar o fogo. Entrei no chuveiro de roupa e tudo e ele foi tirando a minha roupa. Sentia a água caindo em minha cabeça e escorrendo em meu corpo. Sentia que a bebedeira ia indo embora com a água, e para mim ele era apenas alguém me ajudando a ficar sóbria, foi quando percebi que não era bem assim.
Ele ajoelhou a minha frente e começou a lamber e a chupar minha buceta. Antes que eu pensasse em alguma coisa, ele já enfiava o dedo em minha vagina e depois em meu cú. Eu gritava e gemia, passei a segurar, a arreganhar minha buceta e ele trabalhando nela com sua lingua, enfiava os dedos da mão direita na minha buceta e o dedo do meio da mão esquerda no meu cú.
Entre gritos e gemidos, gozei!!!!.
Fomos nus e molhados pra debaixo do edredom. Beijávamos e tocávamos um no sexo do outro. Ele empurrou minha cabeça até o pênis dele e enquanto eu chupava aquela pica enorme, ele puxava e empurrava minha cabeça puxando meus cabelos e me chamava de piranha, vadia, cachorra,ordinária. Ele gozou na minha boca e me mandou engolir tudo, achei isso maravilhoso.
Sem intervalo, ele voltou a me chupar. Chupou meus seios, minha xoxota, meu cú, minha nuca. Sempre me xingando e isso me deixava cada vez mais excitada. Pedi a ele que me batesse...
Ele então bateu em minha bunda, na minha buceta. Eu disse que queria apanhar na cara. Ele ficou excitadíssimo, eu pedi a ele para que mostrasse quem mandava.
Ele me beijava, puxava meus cabelos, me mordia, me batia e me xingava. Me colocou de quatro, lambeu meu cú e gentilmente pediu o meu cuzinho. Então eu lhe fiz um pedido, pedi a ele para que metesse o seu pau no meu cú.
Foi DELICIOSO, eu de quatro, ele me enrrabando, ora puxando meus cabelos, hora apertando meus seios, ora mexendo na minha xoxota, mas sempre me xingando. Gozamos várias vezes, ele comeu meu cú, minha buceta, gozou na minha boca, me fez gozar também várias vezes, eu fiquei bem ardida como a muitos anos eu não ficara.
Ele me mostrou quem mandava e embora eu seja uma pessoa independente, adoro ser sexualmente dominada.
O dia amanheceu, ele foi embora e eu fui dormir, mas ainda sinto sua voz em meu ouvido, me chamando de putinha, piranha, vadia, vagabunda, safada, sem vergonha, cadela vadia, ordinária, cachorra!
E afirmo pra mim: esse moleque me fez muito feliz.
Enviado Por Leitora Casada anonima


Eu me chamo  Carlos  tenho 26 anos , sou moreno , magro e casado, comecei a participar de um grupo pelo Whatsapp onde acabei interagindo com várias pessoas até que um dia comecei a conversar com uma moça que TB e casada, seu nome Angel  conversamos por alguns dias e resolvemos nós conhecer pessoalmente, marcamos o dia e eu fui chegando lá no lugar marcado estava ela usando legging e blusinha nós apresentamos e então resolvemos ir ao motel ela estava bem nervosa pois seria a primeira vez que trairia o marido , entramos nós motel conversamos um pouco até que eu a beijei e que beijo percebi que ela já estava ficando excitada fui tirando as roupas dela aos poucos comecei beijar seu pescoço e descendo até chegar aos seios e que seios maravilhosos, tirei sua calça  e ela estava com uma  calcinha linda perfeita com seu tom de pele fui tirando lentamente quando vi aquela bucetinha linda gostosa e toda cheirosa comecei a chupar a buceta dela que delícia bem cheirosinha e ela foi ao delírio começou a gemer fiquei a chupa-la por um tempo até que ela pediu para mé chupar que delícia a boca dela no pau que já estava duro feito pedra e chupou bem gostoso logo ela pediu para eu come- lá. Então coloquei uma camisinha e comecei a penetrar naquela buceta gostosa e ela gemia com uma louca , aí coloquei ela de 4 e comecei a bombar forte naquela buceta gostosa e ela indo a loucura falei para ela gozar no pau do seu amante ela estava cheia de tesão que gozou fácil, então ela vira para mim e pede para eu comer o seu cuzinho peguei a bolsa onde estava o lubrificante passei no seu cuzinho e fui colocando meu pau e ela gemendo até que entrou TD  e comecei a fuder aquele cuzinho gostoso e ela sempre querendo mais  acabei gozando, demos um tempinho e começamos as nós pegar de novo beijos aqui, mão ali  e para terminar o nosso encontro comi a buceta dela mais uma vez  levando ela a loucura .

Amei o nosso encontrar espero em breve poder encontrar minha putinha safada novamente.


enviada por leitor



Cida era uma mulher casada com um executivo muito ocupado. Ele, quase sempre viajava e a deixava sozinha por longos períodos de tempo. Mas seu maior problema não era esse: depois do casamento ele passou a lhe dar cada vez menos atenção. Não fazia suas vontades e, até mesmo na cama, parecia que apenas a satisfação dele é que contava. Ela estava muito desiludida, pois não só tinha crescido com todas as mordomias como também era muito “patricinha”. O que era pior: tinha a sorte de ter um corpo escultural, morena de cabelos longos e lisos, olhos escuros, rosto fino e lábios grossos. O corpo não deixava por menos: queimado de sol com seios médios e pele lisa. Mas o seu melhor atributo era o traseiro: perfeito, redondo e abundante, com marquinha da tanga minúscula que usava quando ia à praia. Era olhada por onde quer que fosse, inclusive pelas próprias esposas dos amigos do marido, que tinham até mesmo, lhe cumprimentado pela sua forma física. Sinal de que todos os homens também tinham olhado. De fato, seus amigos comentavam entre si sempre que a encontravam, como era empinadinha, redondinha e gostosa a bunda da mulher dele. O fato de ser tão gostosa, fez com que Cida, mais ainda, crescesse como patricinha, tinha tudo o que queria graças ao seu corpo e ela sabia disso. Conseguiu assim escolher um marido com dinheiro e rico,
mas logo passou a levar o troco, ele a tratava como se ela fosse um troféu, pra mostrar pros outros e para seu uso próprio, o que a irritava profundamente. Já estava resignada a essa situação e se contentava em gastar dinheiro em compras e esbanjar em festas. No grupo de amigos do marido, eles tinham o hábito de se juntar para jantar e jogar cartas, especialmente quando alguma esposa ficava sem o marido por motivos de viagem. Era comum reunirem-se na casa da mulher em questão para que ela não ficasse sozinha. Estes encontros eram muito frequentes, pois todos no trabalho dele viajavam muito. Cida não necessariamente apreciava os encontros, pois não gostava dos amigos e amigas dele, apenas esbanjava suas roupas e suas jóias. Naquele dia, Cida estava sozinha, pois seu marido tinha viajado e ficaria fora por mais de um mês. Como sempre, tinha organizado um jantar e várias pessoas tinham vindo. Ela estava sem disposição para enfeitar-se naquele dia, mas mesmo assim colocou salto alto em um jeans que lhe marcava perfeitamente aquela bunda, que tanto o seu marido gostava de mostrar que possuía, e que, no fundo, ela também gostava. O jantar acabou e as pessoas foram indo embora, apenas uns poucos ficaram para um joguinho de cartas. Ela já estava de saco cheio, pois era sempre o mesmo: apostavam com fichas e, muito de vez em quando, por dinheiro. Não havia excitação nenhuma para ela, mesmo porque não era boa no jogo. O tempo foi passando e mais convidados foram indo embora, até que ela ficou sozinha com três amigos do marido. Em geral sempre havia casais jogando, mas nesse dia os últimos eram homens: Zé, Luís (que eram solteiros) e Pedro, que era casado, mas a esposa não o tinha acompanhado naquele dia. Muito não a surpreendia que eles tivessem ficado, pois provavelmente queriam estar o maior tempo possível perto daquela bunda maravilhosa, observando-a mesmo que não pudessem tê-la. Iam jogando. Às vezes ganhava e outras, perdia. Os três eram espertos e iam bebendo e enchendo o copo da Cida com olhares de segundas intenções. Ela bebia e ria das fantasias que aqueles coitados deviam ter com ela. Mas entre um copo e outro a conversa foi esquentando e o jogo também. Cida ganhava um jogo atrás do outro e começara a se divertir naquela noite. Ria e mandava-os apostarem que iam perder de novo, dizia ela. De fato, estava gostando de mandar outra vez e o poder que tinha sobre eles a excitava cada vez mais. Tinham apostado fichas e até um pouco de dinheiro, mas agora ela queria mais. Achou que não havia nada demais em jogar um strip-poker pra poder os mandar tirarem a roupa. Mandaria neles até que perdessem tudo e os mandaria embora, como fazia com tantos rapazes que queriam sair com ela. Não havia dúvida que os tinha na mão, eles aceitaram na hora e o jogo continuou. Começaram suaves, apostando sapatos, meias, camisas. Ela apenas havia perdido um sapato, mas já havia deixado os três sem camisa, sem meia e sem sapatos. Mas Cida não se contentou com sua vantagem e reclamou que, como estava jogando sozinha, cada vez que ganhava tinha o direito de mandar os três tirarem algo. Eles reclamaram que isso não estava certo, mas cederam, afinal queriam estar o máximo de tempo possível naquele jogo de pôquer, pois tinham a esperança de tirar pelo menos o jeans dela para admirar aquela bunda preciosa. Cida apostou alto, queria ver os três nus. Afinal, se ganhasse eles não teriam mais como jogar e realizaria o seu desejo de humilhá-los no jogo. Eles se entreolharam preocupados, aquele jogo estava ficando sério e iam perder a partida. Mas Cida não disse o que apostaria se perdesse, pois entre a bebida e a excitação, não pensava nessa hipótese. Foi quando Luís, irritado, falou que se era assim então queria apostar uma passada de mão de cada um deles na bunda dela. Cida se surpreendeu com tamanha proposta. Qual era a desse cara? Estavam apostando só roupa, não tinha nada dessa de passar a mão. Mas, com a bebida, o fato de ser tarde da noite e o ponto em que estavam no jogo, a convenceram que era apenas uma coisa inocente, que mesmo que perdesse seria uma passada leve e que apenas ririam do jogo e não diriam nada a ninguém. Cida só queria saber de ganhar o jogo e se livrar dos três e resolveu ir em frente. Mas, de um segundo para outro, sua sorte mudou e acabou perdendo aquela partida. Estava desolada, pois não gostava de sofrer reveses. Mas também pensava que, se não fosse o babaca do marido, não estaria ali naquele momento. Aceitou a derrota e bebeu um copo inteiro de uísque. Levantou-se da cadeira e virou-se de costas para os três. Imediatamente Luís se levantou e apalpou aquelas nádegas tão avantajadas apertadas pela calça jeans. Como havia dito, foi de leve. O mesmo fez Pedro, curto e rápido como Luís. Logo veio Zé, o mais jovem, que não se contentou em apenas apalpar e enfiou-lhe a mão por entre as nádegas, encravando-lhe o jeans, que já estava encravado como de costume, mais ainda no rabo de Cidinha. Ela virou-se, mas não fez nada, apenas olhou sem graça e irritada pro sorriso sacana que ele tinha no rosto. De ali em diante, as apostas foram aumentando de nível, Cidinha apostava sempre que os três ficassem nus, estava obstinada a atingir seu objetivo, depois da derrota que tinha sofrido. Os três apostaram então que se ela perdesse, aquele que ganhasse entre os três homens teria direito a um boquete da Cidinha. A aposta era alta, mas ela não se chocou, pois por um lado não queria parar de jogar até que ganhasse, a qualquer custo, portanto iria aceitar, até mesmo porque o uísque começava a fazer efeito nela. E assim foi, para surpresa de Cida que Luís ganhou a rodada. Mas ela quis se livrar da dívida, não iria aceitar ser humilhada desse jeito e apostou o boquete que acabara de perder e mais toda a roupa deles. Eles apostaram outro boquete, e dessa vez, Pedro ganhou. Cidinha não se dava por vencida, apostava o que perdia e algo mais. Mas logo, sentindo que estava entrando numa fria, começou a tentar se livrar das dívidas que contraíra. Às vezes ganhava, mas logo perdia tudo de novo, enquanto as apostas ficavam cada vez mais altas. Depois de horas e muito uísque na Cidinha, as dívidas dela eram: um boquete para Luís e Pedro, uma trepada para os três e, no auge do desespero, tinha apostado o cu para o Zé. Sentia a partida perdida e já não sabia o que apostar. Eles se divertiam com as apostas que fizeram com uma mulher que era tão certinha e tão cheia de frescuras, mesmo porque não esperavam que fossem ser pagas as dívidas, eram amigos do marido dela e não pensariam em ir mais longe do que colocar uma mão na bunda da Cidinha. Apenas ririam entre si e tudo continuaria como sempre no dia seguinte. Mas foi nesse momento que ela se levantou. Tinha descido vários uísques, mas estava gostosa como sempre, um mulherão. Disse aos três que pagaria as dívidas contraídas e que tinha pressa, pois já eram 3 horas da madrugada. Apoiou o copo e falou que esperava os três no quarto dela. Surpresos, eles não sabiam o que falar. Tentaram dizer que não era pra isso, que não tinha nada ver, fora só um joguinho de cartas, etc... Mas Cidinha não ouviu uma palavra, saiu da sala e foi direto pro quarto. Nesse momento, começaram a discutir a situação. Zé dizia que estava solteiro e que iria comer aquela gostosa, que essa chance não acontecia todos os dias; Luís achava que isso seria sacanagem com o marido que era colega de trabalho, e Pedro ficava no muro. Depois de alguns minutos, Zé falou que iria entrar no quarto e Pedro decidiu que se Zé fosse ele também iria. Luís ficou apenas olhando pros dois, com cara de espanto, mas quando Zé se levantou, também foi e os dois entraram no quarto. Lá dentro, a luz estava apagada e apenas dava pra se distinguir algo pela luz da rua que entrava pelas cortinas. O quarto era grande, tinha uma varanda e uma cama enorme bem no meio. Cidinha estava do lado de fora, tomando mais um uísque. Assim que ouviu barulho, entrou no quarto e mandou o Pedro deitar na cama que pagaria a primeira dívida com ele. Ele se deitou e Cida ficou sobre ele de quatro, na altura da cintura. Abaixou-lhe as calças e segurou no pau duro que tinha a sua frente com decisão. Abocanhou o caralho inteiro e foi chupando com vigor. Cidinha se lembrava que seu marido sempre reclamava que ela não era boa no sexo oral. Não sabia por que, mas agora iria se vingar praticando nos amigos dele, pagaria os melhores boquetes que jamais tinha dado. E Pedro agradecia o serviço: tinha uma morenaça aos seus pés, fazendo-lhe um boquete sensacional. Que beleza de boca tem a Cidinha, pensava. Zé vendo que a coisa era pra valer subiu na cama e ajoelhou-se por trás dela. Tinha uma bunda perfeita de presente, embrulhada num jeans que exibia as nádegas grandes e bem formada da Cidinha. Sem atrapalhar, ele desabotoou o jeans e foi revelando aquele bumbum queimado de sol. Mesmo no escuro dava pra ver o branco da marca de biquíni, que parecia marcar o caminho do "ouro". Logo tinha abaixado a calça até os joelhos dela, e com o tesão que lhe dava aquela bunda convidativa, abaixou suas próprias calças e meteu naquele monumento. Comia devagar, admirando o traseiro dela, mas logo foi estocando com vontade, chacoalhando a cama a cada enfiada. Nesse momento, Luís entrou no quarto. Tinha mandado ao inferno as suas dúvidas, decidiu que a bunda da Cidinha merecia uma boa sacanagem, pelo menos naquela noite. E assim aproximou-se da cama e trocou de lugar com Pedro que estava satisfeito com o pagamento da primeira dívida. Cidinha estava no segundo boquete e estava se desinibindo e, inclusive, pensando nas dívidas que ainda pagaria. Pelo menos, ninguém tinha reclamado de ter o pau chupado por ela até ali. Já começava a usar a língua para lamber todo o cacete do Luís. Preocupava-se apenas com o fato de que o Zé, não queria largar da bunda dela, agarrava-se nas nádegas e metia sem piedade por um bom tempo já. A cada estocada fazia com que o pau de Luís, que estava chupando, entrasse mais ainda em sua boca. Percebeu que tinha dado azar, pois Zé parecia ser dotado de um cacete bem grande e grosso, muito maior ao que estava acostumada a sua bocetinha, que sofria no início, mas já estava se acostumando. Os dois expressavam toda a admiração que tinham por aquele corpo moreno: "Que bunda tesuda, sua safada. Como sonhei em te enrabar desse jeito, gostosa!" Dizia Zé... Enquanto que Luís comandava as ações na frente e ela obedecia: "Isso Cidinha, passa mais a língua na
cabeça do meu pau, agora chupa ele inteiro, assim, como você é boa nisso!" Finalmente ele teve de parar pra recuperar o fôlego e Pedro reclamou para si a posse do dote mais valioso que Cidinha possuía, não dando sossego a sua xoxota já castigada pelo Zé. Também tinha satisfeito a primeira parte da dívida com Luís, quando Zé tomou o seu lugar. Não se lembrava de que ele tivesse ganhado um boquete no jogo de cartas, mas não disse nada, pois estava tomada de tesão. E assim deu um bônus ao pau de Zé, que era o mais safado dos três, com língua e boca; comprovando como era grosso e grande aquele sacana que acabara de comer-lhe a xoxota, enquanto Luís substituía Pedro no comando de seu traseiro. Puta sacanagem tinha montado na sua cama de casal, mas nem mais ligava se aqueles três espalhassem pelo escritório, pois assim o babaca do marido, de repente, se tocava e passava a dar mais atenção pra ela. Naquele momento estava cheia de tesão e álcool e só queria saber de ter o seu corpo abusado por aqueles três. Finalmente Pedro gozou e ele e Luís se arrumaram, saíram do quarto e foram embora, maravilhados com a hospitalidade que Cidinha tinha lhes oferecido naquela noite e com a confirmação de quanto era gostosa aquela bunda que ela tinha. Mas Zé continuava no quarto, deitado e com a Cidinha de boca no pau dele. Não havia gozado uma vez sequer, deixando Cidinha com mais tesão ainda de satisfazê-lo. Olhando para ela enquanto fazia desaparecer o seu cacete inteiro por entre aqueles lábios já experientes, falou com ironia: "Você pagou todas as dívidas, mas está faltando uma." Ela olhou-o, enquanto segurava o caralho mais grosso que já vira, e sorriu maliciosamente ao pensar na sacanagem que estava para fazer. Ele tirou-lhe a roupa e levou-a até a varanda. Lá havia um sofá grande que colocou de costas para a rua, e fez com que Cidinha ficasse de joelhos nele, apoiando-se no ferro da varanda, de forma a empinar a bunda e deixá-la completamente arregaçada para ele. Zé fitava os cabelos lisos dela, as costas morenas, a bunda espetacular e as coxas grossas, "Que potranca de mulher!" Pensava! Separou-lhe as nádegas um pouquinho e foi introduzindo a ponta do cacete no cuzinho. Cida, que até ali nunca tinha dado aquela parte a ninguém, porque achava que não iria gostar e nem que seria correto uma mulher fazer isso, estava queimando de tesão! O azar quis que logo o Zé, que era o de maior cacete, tivesse ganhado a bunda dela no jogo, mas ela passou a pensar que, com o tesão que lhe dava aquele caralhão invadindo-lhe o cuzinho virgem, tinha mais é tirado a sorte grande. Sentia as pernas amolecerem e a bunda ser invadida, mas agora não tinha volta... seu rabo tinha dono a partir daquele momento. Zé falou: "Pode ir relaxando a bunda que meu pau vai entrar inteiro nesse teu rabo de princesa, sua safada! Bem que eu sabia que estava faltando um cacete que domasse essa tua bunda tão gostosa. Vai se acostumando que está só na metade!" E enquanto ele falava, o cuzinho dela ia ardendo de tesão e dor e ela começava a gemer baixinho, imaginando que não só iria aguentar mais a outra metade do cacete dele como iria ter um gozo descomunal do jeito que estava indo. Levou um tempo para o cu de Cidinha acostumar-se e, enquanto continuava a enrabação, já gemia e gritava em alto e bom som para toda a vizinhança ouvir: "Ahhh, ahhh, enfia mais, enfia que eu gosto, seu sacana! Ahhh!". E o Zé ia enfiando mais e mais até começar a dar as primeiras estocadas naquele cuzinho que estava perdendo a virgindade de vez, com o tamanho do pau dele. Com habilidade, ele foi comendo a Cidinha até arregaçar o seu cuzinho por completo, que já tinha se rendido ao caralho que a penetrava por inteiro: "Isso, Cidinha, entrou tudo! Que beleza de cuzinho que você tem! Agora vou meter na sua bunda até você gozar, sua gostosa!". Esse foi o sinal para o início de uma grande foda na varanda, ao som dos gemidos de Cida que não parava de pedir mais. Que tesão, pensava ela, nua na varanda, com o ventinho a acariciar-lhe o corpo na madrugada ela de quatro ali no sofá, com aquele pau descomunal à foder-lhe, botando fogo na sua bundinha. Zé deu-se por vencido e descarregou todo o gozo acumulado no traseiro de Cidinha. E ela finalmente conseguiu satisfazê-lo, apesar de que, para isso, seu cuzinho agora entupido de porra, já não seria tão apertado quanto antes. Depois que todas as dívidas terem sido compensadas, ele se foi também, e Cida ficou sozinha com a xoxota e o bumbum doloridos, mas satisfeitos com a sacanagem que tinha organizado. De Luís e de Pedro nem mais se lembrava, mas daquele cacetão do Zé, não iria se esquecer tão cedo, pensou Cida. De fato, antes que o marido voltasse, Zé visitou-a várias vezes, nas quais ele nem precisava pedir: Cidinha lhe oferecia o bumbum magnífico para que ele satisfizesse o tesão de ambos. Por muitas noites ouviu-se na vizinhança os gemidos de prazer dela, acompanhados dos estalos das estocadas de Zé naquele traseiro maravilhoso, que virariam rotina, sempre que Cidinha estivesse só, em sua casa..










Ola menina me chamo Bruna,30 anos e meu marido Julio, 39 anos, sou loira e branca pele de veludo, seios pequeno  e ainda durinhos, meu marido também é branco e magro, somos um casal muito unido, nos respeitamos acima de tudo, mas eu sempre tive um segredo, sou viciada em sexo e meu marido é um pouco fraco para sexo, dá uma e já vai dormir, muitas vezes quando a gente franza quando ele goza eu ainda fico querendo mais, mas ele toma banho e vai dormir me deixando na mão,

Enviada por uma leitora fogosa.....

"ola amores, sou casada há 20 anos e nunca transei com outro homem, somente com meu marido, mas estou num nivel de tesão tão grande que estou me masturbando quase todos os dias, meus banhos eu gozo muito, estou louca pra dá pra dois homens ao mesmo tempo, sou brando e estou doida pra dá para negros, é uma pena que meu marido não curte manege nem swing.

Acho que não vou aguentar de tesão, vou realizar esse desejo sozinha, ele é muito fraco."

ando de vagina e anus piscando a todo momento, meus brinquedinhos não dão conta mais de mim, quero sentir uma rola negra dentro de mim derramando gala e me enchendo e prazer, quero chupar um pau e engoli toda a gala do macho.

esse é meu desejo.



O conto vai ser um relato de um homem casado, ele nos enviou essa história e não quis se identificar,  ele vai nos contar como ele realizou sua fantasia de ser corno e vai ter até fotos, a esposa dele é muito gostosa, só  pelas fotos eu já estou de pau duro, linda morena de cabelos negros e cumprido, cintura fina e bunda redondinha, muito gostosa mesmo.

Olá pessoal sou o Paulo(nome fictício), sou casado com uma morena muito bonita e educada, sempre sonhei em realizar fantasia a três com ela até que um dia a convenci, para vocês verem que eu falo a verdade sobre a delicia que ela é ai esta a foto da buceta gostosa dela, que para meu tesão vou ver outro macho comendo ela todinha, e do bumbum empinado na cama pedindo rola.

Ela provocava muito naquele dia.


 

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Linda esposa morena se entregando aos prazeres com um moreno bem na frente do marido que ficou só na punheta.

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