Ola amigos me chamo Gina.

O que aconteceu comigo foi a alguns anos atrás que eu estava entrando na adolescência.

Nasci numa numa grande cidade e lá  tinha ótimas amigas que falávamos de tudo garotos, escolas, roupas e muita besteira. Nós já estávamos descobrindo, sexo, bebidas e putaria hahah.

Sempre estávamos juntas e durante a tarde acabavamos na casa de alguma das meninas.

Nessas tardes sempre acabavamos olhando muita na internet desde coisas de meninas a alguns vídeos pornôs. Sim olhamos vídeos pornôs também.

Numa tarde estávamos na casa de uma das meninas e começamos a mexer no computador do pai dela e la achamos vários vídeos de mulheres fazendo sexo com cachorros, tinha muito mesmo e assistimos alguns, confeço que fiquei curiosa olhando aquelas mulheres sendo penetradas e chupando eles, quando em um vídeo em que o cachorro gruda em uma e fica lá por um tempo enquanto ela geme e depois de algum tempo seu pênis sai  e escorre aquele gozo aos montes era muito e senti minha buceta se molhar senti um calor, ai senti minhas pernas tremer, tive que ir beber uma água dei um tempo e fui para casa. Aquilo não me saia da cabeça tive que tomar um banho para passar aquele calor.

Os dias passaram e a empresas que meu pai trabalhava o mandou para uma cidade do interior a cidade onde meu vô morava e tinha um sítio. Fomos morar com meu vô.

Eu não queria, ficar longe das minhas amigas, da minha escola e da cidade que adorava ia ser horrível. Mais como eu era de menor tive que ir junto.

Os dias se passaram e odiava aquele lugar.

Logo depois de um tempo um cachorro que meu vô tinha e estava na casa de meu tio voltou para o sítio era um cachorro meio grande e bem bobão seu nome era tango. Virou meu amigo ali, passamos a andar por todo o sítio era a única coisa que me divertia ali.

Um dia estava muito quente e estávamos andando por dentro da propriedade que tinha um rio resolvi tomar banho, olhei para um lado e para o outro e resolvi tomar um banho pelada foi muito bom. Quando olhei para fora do rio vi tango lambendo minha calcinha e quando olhei melhor vi que seu pau estava ereto a parecia que o cheiro da minha calcinha o excitava. Eu não conseguia para de olhar e almesmo tempo me lembrei da aqueles vídeos pornôs de cachorros com mulheres, me vinha tudo aquilo na cabeça olhando tango se excitando lambendo e cheirando minha calcinha, eu também comecei a ficar excitada minha buceta estava pegando fogo meu corpo tremia, o calor que vinha da minha buceta me fazia suar dentro do rio de água gelada, que calor era aquele eu estava estática ali excitada vendo tango com seu pau duro avermelhado e grande que vontade de ir lá e fazer como aquelas mulheres nos vídeos.

Quando me dei por mim eu já estava ali perto de tango bem de frente peladinha e de pernas trêmulas, ele olha e chega mais perto com seu focinho e da uma cheirada bem na minha bucetinha que estava todo molhadinha e pulsante e excitada com toda aquela situação.

Tango de repente da uma lambida nela aquilo me deixa arrepiada e me tira um gemido que delícia aquilo, ele não perde tempo e lambe mais pois já estava escorrendo de tão molhadinha com meu tesão, não consigo resistir e vou abrindo cada vez mais minhas pernas facilitando cada vez mais que ele consiga a lamber de ponta a ponta, aquela língua me deixa loca me faz gemer e ofegar e me tremer toda a língua dele parece que vai me penetrando. Aquilo faz com que eu sinta meu corpo pegar fogo e gemer mais forte quando sinto meu corpo tremer mais forte, me contorço toda e como se tivesse  tomado um choque eu dou um leve grito e sinto minhas pernas tremerem e ficarem fracas e caio de joelhos eu avi gozando muito, no chão ainda meia sem sentida ele me lambe o rosto e se vira com seu pau duro ainda como se disse eu também quero sentir prazer. Ainda fora de mim tentando entender o que tinha acontecido olho para seu pau duro sinto um pouco de nojo  e excitação, em minha cabeça eu não quero fazer aquilo, mais aquela sensação que aquilo é errado me deixa com mais tesão e com uma mão meio tremola me aproximo de seu pau e sinto quente e pulsante é tão bom sentir ele na mão, meia sem jeito lê bato uma punheta, Tango olha e parece muito feliz. Lembro da mulher no filme chupando o pau do cachorro e penso e se tango me deu prazer assim, seria muito injusto se eu não fizesse também. Meio que fico de quatro e com a ponta da língua eu me aproximo de seu pau e dou uma pequena lambida na ponta vejo que não tem gosto ruim e vou lambendo aos pouco quando olha e vejo que ele me olha admirando eu o lambendo ( hoje penso como se ele tentasse fale isso chupa sua puta vadia me de prazer logo) quando eu resolvo cair de boca nele, sinto pulsa na minha boca que já quase o engole todo meia sem jeito é com todo o carinho. Me delicio com seu pau em minha boca, ele é quentinho macio e pulsante que delícia chego a babar me delicio com ele na boca.

Aquele pau quentinho macio na minha boca joga pequenos pregozadas que acabo engolindo, já não dou bola para mais nada a tesão é tanto que minha buceta se molha e escorrer.

Tango parece que sente minha bucetinha se melar toda e vai de encotro a ela o deixo ir. De  quatro ali o vejo ir para atrás de mim sinto ele lamber ela o que me faz ficar com mais tesão e automática deixo minha bandinha mais empinada. Fico sem reação esperando o que vai acontecer, sinto ele subir em mim e seu pau duro bate na minha bucetinha me deixando arrepiada e dou dou leves gemidos que delícia seu pau batendo na minha bucetinha e bandinha. Fico com um pouco de medo pois ainda era virgem e sempre tem aquele assunto entre amigas que a primeira vez é sempre mais difícil e dolorida.

Tento me ajeitar para ficar em uma melhor posição e abro mais as pernas deixando minha bucetinha mais exposta e aberta para ele.

Sinto que seu pau encostando em minha bucetinha fico toda afegande e ele vai tentando penetrar ela e sinto dor medo excitada calor e arrepio. Ele acha meu buraquinho e vai penetrando sua primeira socada fez com que minha bucetinha parecia que estava sendo partida ao meio, eu dou muitos gemidos e fico ofegante com uma mão tento controlar sua socada para não me machucar. Eu estava louca para sentir ele todo dentro de mim. Ele seguia me penetrando, eu gemia ofegava me mordia eu estava entregue aquele cachorro que me fazia de cadelinha ali de quatro no chão sendo fodida por ele que me dominava era uma delícia nesse meio tempo gozei mais vezes. Aquele pau não tinha fim, mais aos poucos eu sentia ele me invadindo centímetro por centímetro e eu gritava gemia tremia eu sentia sua pressão em minha bucetinha que ardia era uma dor boa excitante que me daixava em êxtase e eu delirava com sua  penetração, 

Sinto seu pau todo dentro de mim me completatando eu ofegante e já toda fora de mim, e seu pau pulsa e incha mais e mais dentro de mim, minha buceta arde e ao mesmo tempo quero mais da aquilo é  tão bom sentir tudo aquilo.

Ele começa a me fuder mais rápido fico mais e mais ofegante e falo como se ele entendesse vai fode come sua cadelinha, sinto seu pau bem entro cada vez mais fundo dou gemidos que coisa mais boa sentir seu pau em mim queria mais e mais da aquilo é sinto o pau no inchar em meis e ao mesmo tempo aquele calor novamente e arrepios e minha bucetinha apeta seu pau quando que sinto choque maior ainda e mais intenso e muitos arrepios intenso estou gozando novamente e gozo intensa mente chego a perde as forças. Quadro o ele para seu pau se dilata e sinto jatos muitos jatos dentro de mim e minha bucetinha o espremendo querendo todo aque sêmen nela que ele jorra sem fim em mim invadido meu útero é muito bom é delicioso é instante gozo novamente só se sentir seu sêmen me completar me emche não  tem fim. Sinto que ele para e ficamos ali grudadinhos por um tempo e sinto seu pau pulsando e seu sêmen quentinho dentro de mim. Estou impregnada com seu sêmen que após seu pau se soltar de mim sinto escorrer e olho entre minhas pernas e vejo escorrer entre elas é muito e penso como é possível.
Me levanto ainda com seu esperma escorrendo, olho para ele que parece muito feliz em ver sua cadelinha pingando seu sêmen quentinho e viscoso.
Vesti minha roupa e fui para casa com seu sêmen dentro de mim pois estava adorando aquilo é também não tinha como engravidar.
Depois da aquele dia virei a cadelinha de tango que quase todo o dia me fodia me enchendo com seu sêmen que quando escorria pela minhas pernas eu o cantava e engolia pela boca que nem uma boa cadelinha não dispedicava bem uma gota.
Beijo a todos.

leitora anonima



Vou contar uma história que aconteceu a uns anos atrás, quando eu era mais nova e tive que trabalhar numa casa de família quando vim morar no Rio de Janeiro para poder estudar. Eu me chamo Renata, tenho 32 anos hoje, sou morena, cabelos lisos até a cintura, olhos meio puxadinhos, seios grandes e uma bunda bem feita.

Quando eu tinha 19 anos minha família era bem fodida de grana, por isso quando resolvi me mudar para a cidade, uma tia minha me indicou para trabalhar na casa de uma família que ela conhecia para eu cuidar dos filhos de um casal. O trabalho era tranquilo, eu dormia lá em um dos quartos que ficava na dependência e minha patroa me tratava muito bem.

O marido dela era um coroa com uns 40 anos, cabelos meio grisalhos, olhos claro e um corpo até bonito para a idade. Ele sempre me olhava com uma cara de safado mas nunca tinha feito nada, só que com o tempo, depois de uns meses eu trabalhando lá, ele foi ficando mais saídinho. Ele era atencioso comigo, quando sua mulher saia ele me trazia uns mimos, me ajudava na cozinha, parecia que era meu namorado.

Eu tava completamente envolvida por ele mas eu não queria perder meu emprego. Com o tempo ele ia ficando mais ousado, me pegava pela cintura, beijava minhas costas, meu pescoço e eu me saia sempre, mas confesso que era bem difícil não ceder, ele parecia ter uma pegada maravilhosa.

Eu não tinha muito experiência no sexo, só tinha dado 3 vezes para um ex namorado e ainda ficava meio nervosa só de pensar em dar pra ele. Um dia minha patroa foi dar plantão no hospital e eu iria passar a noite com ele pela primeira vez sozinha. Coloquei os filhos deles na cama e fui tomar meu banho pra tentar relaxar.
Meu patrão entrou no banheiro e mostrou o pau

Quando eu tava no banho ouvi a porta se abrir e era o doutor Marcos, meu patrão. Ele tava só de short, sem camisa, mostrando os pelos do seu peito e com a maior cara de safado me olhando. Eu me tremi inteira e senti um calor no meio das minhas pernas.

Ele me olhava sem parar até que falou: – Hoje você não tem como escapar! Tem um tempão que tô louco pra te comer e não aguento esperar mais. – Eu fiquei bem nervosa e com tesão ao mesmo tempo e sem que eu pudesse falar qualquer coisa ele tirou o short e seu cacete que já tava bem duro e era grosso, acabou saltando pra fora e me deixando chocada com o tamanho.

Ele tinha as mãos enormes, já veio me pegando pela cintura e me puxou pra beijar minha boca. Ele enfiava sua língua na minha boca e me deixava mais molhadinha ainda. Parece que ele adivinhou certinho, porque já foi colocando a mão na minha bucetinha pra ver como tava e sorriu se achando o gostosão quando percebeu rs.

Ele me beijou inteira, desceu até meus seios e começou a chupar cada um. Ele enfiava a boca mesmo, deixava marcas e não parava de sugar os biquinhos. Eu a essa altura gemia toda safada cheia de tesão e fiquei bem afim de dar logo para esse macho gostoso e maduro.

Ele me levantou no colo, me encostou na parede do chuveiro, e começou a me beijar gostoso enquanto abria minhas pernas e ia tentando encaixar seu pau duro na minha buceta molhada. Eu soltei um gemido alto quando ele enfiou a pica inteirinha em mim, nem consigo descrever o misto de dor e prazer e o arrepio que senti.

Enquanto metia ele beijava meu pescoço, me chamava de cachorra e dizia que eu ia virar a putinha dele e com a minha buceta apertadinha daquele jeito, ele ia querer me foder todo dia até não aguentar mais. Foi muito gostoso, sentir aquele macho bombando em mim, seu saco batia na beirada da minha bucetinha e eu gemia feito uma puta de filme pornô.

Ele socava, minhas costas batiam na parede até que ele perguntou:
– Quero te levar pra cama e comer você todinha, você quer?
Eu disse que sim e fomos pra cama, ele todo gentil me levando no colo. Meu patrão me jogou na cama, deitou por cima de mim, senti o peso do seu corpo em cima do meu e seu pau encaixado em mim novamente.

Ele metia, urrava em cima de mim e levantou de repente, me botou de quatro e me puxou até a beirada da cama pra meter nessa posição. Ele segurava minha cintura e metia com força na minha bucetinha. Eu já tava toda assada mas queria mais pica e como a piroca daquele homem era gostosa. Me preenchia inteira e me deixava louca.
patrão
Ele perguntou se podia comer meu cuzinho mas eu nunca tinha dado, então neguei mas quando disse que meu cu era virgem, o homem enlouqueceu. Ele insistiu tanto, mas tanto, que acabei deixando mesmo morrendo de medo. Quando ele meteu o pau, não queria entrar de jeito nenhum, ele levantou, pegou um lubrificante e mesmo assim ficou difícil. Ele teve que enfiar um dedo no meu cuzinho e ir abrindo caminho.

Confesso que fiquei louca, comecei a sentir dor mas junto veio um prazer gostosinho com aquela novidade na cama. Depois de um tempo metendo o dedo ele disse que não tava aguentando mais, o pau latejando de vontade de me sentir e foi encaixando aos poucos a sua pica.

Meu patrão gostoso enfiou aquele caralho grosso no meu rabo e eu sentia como se tivesse rasgando meu cuzinho inteiro, a pica dele era muito grossa mesmo. Ele pedia pra eu rebolar e comecei a mexer meu corpo meio tímida, por conta da dor, mas logo eu tava anestesiada e deixei ele me comer com mais força e comecei a rebolar minha bunda enquanto tocava uma siririca gostosa.

O suor do meu patrão pingava no meu corpo, eu achei isso tão tesão, ficava louca, até que gozei me masturbando e fiquei toda relaxadinha levando pirocada. Ele não parava, o homem parecia uma máquina de fuder e não demorou muito pra gozar não, ele gozou e encheu meu cuzinho de porra. Hoje sei que foi uma doideira transar sem camisinha, mas na época nem pensei muito nisso. Só sei que no tempo que trabalhei lá, esse homem me ensinou muita putaria e hoje sou completamente louca por sexo com homens mais velhos.
De preferencia os coroas Negrão eles Fodem muito e tem um Pauzao😋😋

leitor anonimo



Sabe quando você tem uma coisa dentro de você e tem que colocar essa coisa para fora? Pois bem, é exatamente isso que está acontecendo comigo. Meu nome é Dhesma, tenho 22 anos e vou contar para todos algo que mudou totalmente minha vida, namoro um homem apaixonante há exatos oito meses, seu nome é Wonder, nos completamos perfeitamente, ele tem 26 anos, aproximadamente 1,80 de altura, está bem de forma, mas nunca deixou a desejar na cama, ele não é um modelo, mas é extremamente gentil e me trata com muito carinho, é formado em direito e sempre tenta atender os meus desejos. Eu sou uma namorada bem dedicada, sempre faço coisas que eu sei que ele adora, sem contar que (modéstia a parte) sou uma gostosa! Não sou alta, tenho 1,62 de altura, só que eu compenso pelas minhas medidas, tenho bunda grande, coxa grossa e seios fartos, além de gostosa também sou bem bonita, tenho uma pele mulatinha, nariz fino, pé pequeno, olhos castanhos e cabelo liso bem preto. Há alguns meses atrás meu namorado armou um passeio no litoral, íamos para Barra do Dande aproveitar o final de semana, eu já estava doidinha, queria estreiar meu biquininho novo, verde clarinho e bem ousado rs rs rs, meu namorado tinha conseguido uma casa emprestada de um amigo, era um imóvel grande e bem estruturado, super perto do Rio, a principio eu achei que ficaríamos sozinhos lá, mas logo ele me disse que um casal de amigos que moram no Bengo (também no litoral) e que eu não conhecia, ficariam lá com a gente, não vi mal nenhum nisso e continuava muito empolgada. Viajamos logo na sexta a tarde, chegamos a noite na casa e já fomos dormir, no sábado de manhã, bem cedinho, acordamos com alguém gritando na porta da casa, era o amigo do meu namorado, ele parecia um louco e não parava: – Acorda Wonder, vamos pra o rio!!! Levanta dread… Aposto que ele acordou boa parte da vizinhança, eu fiquei puta da vida e falei para o Wonder levantar e atender logo a porta, eu ainda estava deitada e pude ouvir toda a festa que eles estavam fazendo (coisa de homem), demorei um pouco para levantar, coloquei um shortinho e um top e fui até a cozinha (onde eles estavam), chegando lá pude conhecer o tal amigo do meu namorado, que foi logo se apresentando: – Oi, você deve ser a Dhesma, prazer sou o Breezy, amigo do Wonder. Breezy era um homem de uns 28 anos aproximadamente, não era muito bonito, era moreno de praia e tinha um corpo legal (melhor que do meu namorado rs rs). Ele me cumprimentou, me puxou, deu dois beijinhos e eu pude notar claramente que ele ficou de olho nos meus seios, que a essa altura já estavam bem ligados, cumprimentei ele e perguntei sobre sua esposa: – Você veio sozinho, cadê sua esposa? Na hora já vi que tinha feito merda, ele ficou meio cabisbaixo e meu namorado já foi se explicando: – Xii amor, o Breezy está se separando da esposa… Eu fiquei com vergonha, pedi desculpas e tentei mudar o assunto, já que a merda já estava feita, o bom é que logo ele se animou novamente e começou a falar sobre outras coisas… mas uma coisa continuava me incomodando, ele não parava de me olhar, eu levantava ele olhava minha bunda, quando eu estava de frente seu olhar era fixo nos meus seios, aquilo não estava me deixando a vontade… mas fazer o que?? Ele já estava passando por um problema sério, eu não queria deixar o cara mais desconfortável ainda, por isso fui relevando. Passado um tempo Breezy começou a acelerar a gente para irmos ao rio, ele disse que tinha uma parte bem legal que tinha um quiosque relativamente perto, eu me animei, fui me arrumar, já coloquei meu belo biquininho por baixo e fomos para areia, eu estava seca dearrumar, já coloquei meu belo biquininho por baixo e fomos para areia, eu estava seca de vontade de entrar no rio! Chegamos rapidinho e logo encontramos um lugar bem bacana, montamos nossa base e eu fui tirar a camiseta e o shortinho, não preciso nem falar que quando eu fiquei de biquíni o cara quase engasgou, meu Deus, ele ficou com o maior olho do mundo pra cima de mim e o pior é que o Wonder parecia não ver nada, tanto que na hora ele inventou de ir buscar cervejas e algumas coisas para beliscar no quiosque, que apesar de perto dava bem uns 500 metros de onde a gente estava. Ficamos eu e o Breezy na areia e ai eu pude ver que minha impressão dele estava correta, na hora que o Wonder saiu à primeira coisa que ele disse foi: – O sol está muito forte Dhesma, acho melhor você passar protetor, me dá aqui que eu passo em você! Claro que de cara eu disse não, mas ele ficou insistindo muito e eu fiquei um pouco sem graça e acabei aceitando aquela “gentileza”, me deitei de bruços em uma canga e ele começou a espalhar o protetor, no começo ele estava bem comportado, mas logo passou a espalhar o creme em minha bunda e não parava de alisar aquela região, em um dado momento ele chegou a passar a mão por baixo e só parou quando percebeu que meu namorado voltava, não falamos nada, mas eu pude perceber claramente um enorme volume em sua bermuda (e que volume!!!). Wonder voltou e me trouxe uma caipirinha, bebi toda rapidamente e logo parti para cerveja com eles, ficamos ali por um tempo bebendo e beliscando algumas coisas, só que já estávamos a um bom tempo na areia e eu estava louca para entrar na água, chamei meu namorado que prontamente recusou, disse que não entraria na água doce por nada, eu fiquei meio chateada com ele, agora chuta quem se animou prontamente para ir para o rio comigo? Claro né! Mais uma vez eu fiquei sem graça e acabei indo com ele pra água, nem chegamos e ele já começou com a safadeza, sempre arrumava um jeito de me encoxar e passar a mão (discretamente) na minha bunda, toda a hora eu fugia, mas eu já tinha tomado umas e acabei entrando na brincadeira, afinal não tinha nada de mais em algumas reladas, o problema é que em uma das “chegadas” ele passou o pau em mim com força, tava duro, fiquei bem sem jeito, mas continuei agindo como se não tivesse acontecendo nada, ficamos ali brincando por um bom tempo até que o meu namorado chamou a gente: – Eiiii, vão me deixar aqui sozinho mesmo? Já chega né? Fomos até a areia, ficamos mais um pouco no rio e logo resolvemos voltar para casa. Chegando a casa meu namorado começou a papear com o Breezy e eu aproveitei para tomar mais umas cervejinhas e entrar na piscina da casa, em pouco tempo estávamos os três na piscina bebendo e conversando, eu já tinha praticamente esquecido do que tinha rolado no rio e o Breezy estava mais comportado. Continuamos nisso até o momento que o Wonder teve a ótima ideia de começar um churrasco, a Piscina era daquelas altas que ficam fora da terra, ou seja, não dá muita visão para fora e a churrasqueira ficava meio que na lateral da casa, pronto, estamos sozinhos de novo, eu e o Rômulo, e não demorou muito para ele chegar perto de mim, só que dessa vez todos nós estávamos mais “altos”. – Com todo respeito Ledhesma, mais que bunda linda você tem, ou melhor, que corpo lindo! Eu agradeci: – Muito obrigado Breezy. O problema é que isso parece ter sido o start para ele começar a tentar alguma coisa, ele chegou me pegando pela cintura e esfregando novamente aquele monstro na minha bunda, dessa vez eu afastei e dei uma chamada nele, falando baixo para o Wonder não ouvir: – Sai daqui, o que você tá pensando? Você é muito abusado! Só que ele era muito sem vergonha e me disse: – Abusado nada, só acho você muito gostosa e sei que você ficou tarada na minha rola… – O que é isso Breezy, você é amigo do meu namorado, o que você está falando! Ele estava muito determinado, chegou ao meu ouvido e disse: – Olha aqui embaixo, dá uma olhada no tamanho dele! Quando abaixei a cabeça eu vi o tamanho da dick, era muito grande, mas nao chegava ao calcanhar do tamanho da dick do Wonder, confesso que aquilo me deu um pequeno choque, eu nem tive tempo de falar nada, com uma agilidade impressionante ele pegou minha mão e encaixou em sua rola, com uma cara de safado ele disse: – Tá sentindo o calor? Você gostou né? Mexe um pouco nele vai… Eu queria e não queria pegar naquilo, mas comecei a mexer nele levemente, isso foi a deixa para ele começar a chupar meu pescoço e massagear meus seios por cima do biquíni, eu estava dominada, quase em transe, só que isso durou pouco, logo meu namorado gritou chamando a gente e eu me recompus rapidamente e afastei o Breezy, fui saindo da piscina e ainda deu tempo dele dar uma passada forte de mão na minha bunda, olhei com uma certa raiva para ele, desci e fui em direção ao Wonder, chegando lá ele disse: – Seguinte, vou dar um pulo no mercadinho para comprar algumas coisas que estão faltando, vocês vão deixando as coisas no jeito enquanto eu vou lá, pode ser? Eu já ia falando que queria ir junto com ele, mas o Breezy falou antes: – Pode deixar Mr. Wonder, vamos deixar tudo no jeito.. Eu não disse nada… deveria ter falado alguma coisa, mas não falei nada! O Wonder me deu um beijo e foi até o carro, quando ele saiu eu fui para dentro da casa e o Breezy chegou junto e me pegou pelo braço: – Não, você não vai escapar agora, vamos terminar o que começamos. Ele disse isso e já foi colocando o pau pra fora de novo, eu olhei pra ele e já fui falando: – Nem pensar, sai daqui com isso, não vou dar pra você! Eu amo meu namorado. Mas ele era insistente e ficava tentando me agarrar, a merda é que eu comecei a excitada com aquela situação e não conseguia tirar os olhos daquela rola imensa. Em um dado momento ele me segurou firme e começou a passar o pau em mim, eu tentei fugir mas não conseguia, ele era bem mais forte e começou a me pressionar para baixo, quando me dei conta eu já estava de joelhos na frente daquele cassete descomunal, e ele me disse: – Vai Dhesma, me dá uma chupada forte, eu sei que você está louca para colocar na boca o meu cassete, se você me chupar eu paro de te encher. Eu refleti rapidamente e achei por bem cair de boca naquela pica, e olha, era muito grande e gostosa, que rola deliciosa, ela pulsava na minha boca e parecia que crescia mais a cada chupada, eu só queria mamar e ver até onde aquilo ia, e o Breezy não parava: – Eu sabia que você tinha fome de rola, vadia! Vai, chupa gostoso… enfia até o fim, vou foder essa boca inteira… Eu nem ligava, só queria mamar forte e apreciar aquela rola e o filho da puta forçava, ele queria colocar até o fim, mas eu não aguentava. Eu estava chupando com vontade e ele resolveu deixar a coisa mais picante, enquanto eu trabalhava no seu cassete ele resolveu retirar a parte de cima do meu biquíni, quando ele viu meus peitões ficou completamente louco e começou a gozar! E como gozou aquele cavalo, ele me lavou de porra e nem me avisou, gozou na boca, no cabelo, nos meus seios… confesso que não acreditava no que estava acontecendo, eu estava literalmente lavada de porra, não pensei duas vezes, corri para o banheiro e fui tomar uma banho urgente! Quando sai do banheiro meu namorado já tinha chegado e voltou reclamando: – Nossa, que legal, vocês não fizeram nada? Bom, vamos arrumar logo, se não o churrasco não vai sair hoje. Eu mal conseguia olhar para o Wonder, estava morrendo de vergonha e me sentindo muito culpada, eu tinha acabado de fazer um boquete no seu amigo. O Breezy parecia não se incomodar e continuava levando tudo numa boa. Aquele dia estava muito estranho e as coisas aconteciam de uma forma descontrolada, o churrasco começou e passamos a beber e comer, meu namorado queria enfiar o pé na jaca, ele bebia de tudo e estava ficando bem chapado e também safado, me puxava para o seu colo e ficava falando besteiras: – Olha que delicia minha namorada Breezy, é boa ou não é?? Eu ficava com vergonha daqueles comentários, mas também já estava meio alta e acabava relevando, já o Breezy concordava com tudo: – Realmente uma delicia Wonder, você é um homem de sorte. Ele falava isso e ficava me olhando. O churrasco e a bebedeira continuavam e a noite chegava, em um determinado momento meu namorado apagou totalmente, ele se deitou no sofá da sala e estava totalmente desacordado, tentei levantar ele várias vezes, mas não dava nem sinal, fui tentar ergue-lo, só que antes disso senti o Breezy me puxando e falando: – Ele não vai acordar, relaxa, hoje você vai dormir comigo. Eu gelei e já fui retrucando: – Não, você falou que não ia mais me incomodar, eu fiz o que você pediu. – Dhesma, para de papo furado, eu não vou perder a chance de experimentar essa bucetinha linda, quero te comer inteira. Eu nem consegui argumentar nada, ele já fou me levando para o quarto, eu não acreditava, meu namorado dormindo na sala e eu indo para o quarto levar ferro do seu amigo, e o pior, eu estava totalmente sem ação! Ele me pegou com força e me jogou na cama, sem perder tempo já foi tirando sua roupa e ficando completamente nu na minha frente, subiu na cama e foi dando ordens: – Vai, fica de quatro e abre suas pernas… Fiz o que ele mandou, abri as pernas e ele colocou meu biquininho de lado e foi logo chupar minha buceta, sua língua ia fundo e ele dava leves mordidas nos lábios da minha vagina, eu estava ficando louca e ele falou: – Fica de olho na sala, se o Wonder acordar você avisa! A porta do quarto dava visão para a sala e eu estava com a cabeça virada para porta, claro que eu estava preocupada, mas também estava tomada de tesão e ele continuava me chupando forte, eu ia gozar e o Breezy percebeu: – Tá querendo gozar puta?? Não vai não!! Ele parou de me chupar bem na hora, me puxou pelos cabelos e retirou a parte de cima do meu biquíni, liberando totalmente meus melões, ele tinha uma grande fixação nos meus seios e começou a mamar com força, ele lambia, chupava, apertava e parecia que queria arrancar os biquinhos, eu fiquei louca novamente e forçava a cabeça dele contra o meu peito, ele me chupava e eu ficava me tocando e segurando aquela vara imensa, estava muito gostoso só que o Breezy queria me fuder, ele me colocou de novo de quatro, tirou a parte de baixo do meu biquíni e entrou sem dó, eu estava tão molhada que o pau dele deslizou inteiro para dentro, ele me preenchia totalmente, que caralho gostoso!! O homem não tinha dó, ele me segurou novamente pelo cabelo e agora me montava com força, eu parecia uma égua levando ferro, dava pra ouvir o barulho da pancada de longe e eu tentava controlar os gemidos, não queria acordar meu namorado, mas tava começando a ficar difícil, eu estava totalmente fora de controle. Breezy queria acabar comigo e bombava sem dó, em alguns minutos ele começou a se contorcer e me estocou forte, eu nem tive tempo de falar nada, quando percebi ele já estava gozando dentro: – Você é louco… dentro não! – Cala boca, vou te encher com a minha porra, eu só gozo dentro. Filho da puta, além de me foder toda ainda goza dentro? Não tinha muito o que fazer, deixei ele terminar e desabei na cama pensando que tinha terminado, mas o Breezy queria o “pacote” completo, quando olhei para trás ele ainda estava duro… saiu da cama, foi até o banheiro e voltou com um pote de creme na mão, na hora já percebi o que ele queria e disse: – Não, nem vem com isso, eu não faço anal, nunca deixo o Wonder colocar no meu cu, esquece. – Dhesma, eu não sou o Wonder, pode apostar que eu vou comer seu rabo, e vou comer agora! Ele veio até a cama e ficou de joelhos nas minhas pernas, eu estava de bruços e ele começou a passar o dedo no meu rabinho, primeiro foi um dedo, depois ele colocou dois e começou a doer um pouco, logo já tinha três. Ele estava lubrificando e preparando meu rabo para o ferro. Eu ainda não estava preparada e ele já foi colocando a ferramenta, parecia que ele ia me partir ao meio, era muito grande e doeu muito para entrar, mais ele foi até o fim, quando encaixou o pau inteiro no meu rabo ele só disse: – Tá preparada?? Eu disse que não, ele começou a rir e passou a fazer o vai vem, meio devagar no começo, mais logo já foi acelerando e fodia com força meu cu, vou falar a verdade, no começo estava ruim e desconfortável, mas em pouco tempo meu rabo se acostumou e eu comecei a me masturbar também e a metida ficou gostosa, ele não saia do meu cu e encheu meu rabo de porra, quando ele terminou eu pude ver o estrago. Fui para o banheiro, tomei um longo banho, quando sai ele tinha ido embora, meu namorado continuava dormindo na sala, decidi nem tentar acordar ele, fui para minha cama dormir um pouco, eu estava exausta. No outro dia acordei e meu namorado já tinha feito o café da manhã, fui comer e ele me perguntou onde estava o Breezy, eu disse: – Ele foi embora, depois que você apagou ele quis ir para casa dele. Percebi que ele ficou um pouco desapontado (mal sabia o que o amigo tinha feito), me pediu desculpa pelo porre! Depois disso, ficamos boa parte do dia no Dande aproveitando um pouco mais a regiao, eu estava me sentindo culpada por tudo que tinha acontecido


Eu me chamo  Carlos  tenho 26 anos , sou moreno , magro e casado, comecei a participar de um grupo pelo Whatsapp onde acabei interagindo com várias pessoas até que um dia comecei a conversar com uma moça que TB e casada, seu nome Angel  conversamos por alguns dias e resolvemos nós conhecer pessoalmente, marcamos o dia e eu fui chegando lá no lugar marcado estava ela usando legging e blusinha nós apresentamos e então resolvemos ir ao motel ela estava bem nervosa pois seria a primeira vez que trairia o marido , entramos nós motel conversamos um pouco até que eu a beijei e que beijo percebi que ela já estava ficando excitada fui tirando as roupas dela aos poucos comecei beijar seu pescoço e descendo até chegar aos seios e que seios maravilhosos, tirei sua calça  e ela estava com uma  calcinha linda perfeita com seu tom de pele fui tirando lentamente quando vi aquela bucetinha linda gostosa e toda cheirosa comecei a chupar a buceta dela que delícia bem cheirosinha e ela foi ao delírio começou a gemer fiquei a chupa-la por um tempo até que ela pediu para mé chupar que delícia a boca dela no pau que já estava duro feito pedra e chupou bem gostoso logo ela pediu para eu come- lá. Então coloquei uma camisinha e comecei a penetrar naquela buceta gostosa e ela gemia com uma louca , aí coloquei ela de 4 e comecei a bombar forte naquela buceta gostosa e ela indo a loucura falei para ela gozar no pau do seu amante ela estava cheia de tesão que gozou fácil, então ela vira para mim e pede para eu comer o seu cuzinho peguei a bolsa onde estava o lubrificante passei no seu cuzinho e fui colocando meu pau e ela gemendo até que entrou TD  e comecei a fuder aquele cuzinho gostoso e ela sempre querendo mais  acabei gozando, demos um tempinho e começamos as nós pegar de novo beijos aqui, mão ali  e para terminar o nosso encontro comi a buceta dela mais uma vez  levando ela a loucura .

Amei o nosso encontrar espero em breve poder encontrar minha putinha safada novamente.


enviada por leitor



Eu namoro à quatro anos com uma garota fantástica em todos os sentidos. a minha namorada quando a conheci era tímida e tinha dificuldades em se entregar totalmente na cama, aos poucos fui convencendo a de que entre duas pessoas que se amam o sexo tem que ser o mais safado possível. minha namorada é uma morena clara tem um metro e sessenta e pesa 50 kg, ou seja uma ninfetinha. Quando a conheci ela frequentava uma igreja que obrigava a usar vestido, o que me deixava mais excitado.
Em um certo dia estávamos eu, ela e minha cunhada que na época tinha 17 aninhos, assistindo filme na sala e como estava fazendo frio resolvemos nos enrolar os três num edredon, sendo que minha cunhada ficou na frente de minha namorada e eu atrás de minha namorada de forma que a bunda da minha namorada encostava em meu pau, que já estava totalmente duro, como ela estava de saia não aguentei e sem que minha cunhadinha percebesse comecei a alisar a bundinha de minha namorada, primeiro por cima do vestido, depois bem devagar fui subindo o seu vestido, e primeiro coloquei o dedinho bem no reguinho da sua bunda e bem devagar desci até sua bocetinha, que estava completamente molhada, e beijava-lhe na nuca e constatei que a danada estava doidinha de tesão, pois sua respiração estava totalmente alterada, então peguei em sua mão e a coloquei no meu pau para sentir o quanto estava duro, ela simplesmente virou para trás para olhar para mim e seu olhar dizia tudo, ela pegou no meu pau e começou a subir e descer com a mão com uma cadência que me deixava louco de tesão,então puxei a calcinha para o lado e bem devagar comecei a enfiar o meu pau dentro da sua bocetinha que estava completamente molhada, e ela gemeu tão gostoso que acho que minha cunhadinha percebeu, mas continuou ali, pois acho que ela era virgem e que ficava doidinha para ver algo, o que é normal em garotas desta idade e virgens, então quando meu pau entrou todinho dentro da bocetinha de minha namorada, eu sussurrei bem na sua orelhinha e disse:

- "Vou comer você todinha minha safada gostosa'".

Ela desesperada de tesão começou a rebolar, rebolar de modo que estava completamente descontrolada e comecei a tirar e colocar meu pau cada vez numa velocidade maior, neste momento praticamente esquecemos a cunhadinha e nos entregamos totalmente e minha namorada gemia de forma que me deixava doido, então percebi que ela ia gozar, e aumentava a velocidade para gozarmos juntos, foi algo fantástico e maravilhoso, gozamos e fiquei com meu dentro de sua boceta que estava quente e encharcada com minha porra, depois continuamos da mesma forma que estávamos juntinho, mas percebi que minha cunhadinha percebeu tudo que acontecera e a partir deste dia começou a observar e agora a perguntar algumas coisas




Cida era uma mulher casada com um executivo muito ocupado. Ele, quase sempre viajava e a deixava sozinha por longos períodos de tempo. Mas seu maior problema não era esse: depois do casamento ele passou a lhe dar cada vez menos atenção. Não fazia suas vontades e, até mesmo na cama, parecia que apenas a satisfação dele é que contava. Ela estava muito desiludida, pois não só tinha crescido com todas as mordomias como também era muito “patricinha”. O que era pior: tinha a sorte de ter um corpo escultural, morena de cabelos longos e lisos, olhos escuros, rosto fino e lábios grossos. O corpo não deixava por menos: queimado de sol com seios médios e pele lisa. Mas o seu melhor atributo era o traseiro: perfeito, redondo e abundante, com marquinha da tanga minúscula que usava quando ia à praia. Era olhada por onde quer que fosse, inclusive pelas próprias esposas dos amigos do marido, que tinham até mesmo, lhe cumprimentado pela sua forma física. Sinal de que todos os homens também tinham olhado. De fato, seus amigos comentavam entre si sempre que a encontravam, como era empinadinha, redondinha e gostosa a bunda da mulher dele. O fato de ser tão gostosa, fez com que Cida, mais ainda, crescesse como patricinha, tinha tudo o que queria graças ao seu corpo e ela sabia disso. Conseguiu assim escolher um marido com dinheiro e rico,
mas logo passou a levar o troco, ele a tratava como se ela fosse um troféu, pra mostrar pros outros e para seu uso próprio, o que a irritava profundamente. Já estava resignada a essa situação e se contentava em gastar dinheiro em compras e esbanjar em festas. No grupo de amigos do marido, eles tinham o hábito de se juntar para jantar e jogar cartas, especialmente quando alguma esposa ficava sem o marido por motivos de viagem. Era comum reunirem-se na casa da mulher em questão para que ela não ficasse sozinha. Estes encontros eram muito frequentes, pois todos no trabalho dele viajavam muito. Cida não necessariamente apreciava os encontros, pois não gostava dos amigos e amigas dele, apenas esbanjava suas roupas e suas jóias. Naquele dia, Cida estava sozinha, pois seu marido tinha viajado e ficaria fora por mais de um mês. Como sempre, tinha organizado um jantar e várias pessoas tinham vindo. Ela estava sem disposição para enfeitar-se naquele dia, mas mesmo assim colocou salto alto em um jeans que lhe marcava perfeitamente aquela bunda, que tanto o seu marido gostava de mostrar que possuía, e que, no fundo, ela também gostava. O jantar acabou e as pessoas foram indo embora, apenas uns poucos ficaram para um joguinho de cartas. Ela já estava de saco cheio, pois era sempre o mesmo: apostavam com fichas e, muito de vez em quando, por dinheiro. Não havia excitação nenhuma para ela, mesmo porque não era boa no jogo. O tempo foi passando e mais convidados foram indo embora, até que ela ficou sozinha com três amigos do marido. Em geral sempre havia casais jogando, mas nesse dia os últimos eram homens: Zé, Luís (que eram solteiros) e Pedro, que era casado, mas a esposa não o tinha acompanhado naquele dia. Muito não a surpreendia que eles tivessem ficado, pois provavelmente queriam estar o maior tempo possível perto daquela bunda maravilhosa, observando-a mesmo que não pudessem tê-la. Iam jogando. Às vezes ganhava e outras, perdia. Os três eram espertos e iam bebendo e enchendo o copo da Cida com olhares de segundas intenções. Ela bebia e ria das fantasias que aqueles coitados deviam ter com ela. Mas entre um copo e outro a conversa foi esquentando e o jogo também. Cida ganhava um jogo atrás do outro e começara a se divertir naquela noite. Ria e mandava-os apostarem que iam perder de novo, dizia ela. De fato, estava gostando de mandar outra vez e o poder que tinha sobre eles a excitava cada vez mais. Tinham apostado fichas e até um pouco de dinheiro, mas agora ela queria mais. Achou que não havia nada demais em jogar um strip-poker pra poder os mandar tirarem a roupa. Mandaria neles até que perdessem tudo e os mandaria embora, como fazia com tantos rapazes que queriam sair com ela. Não havia dúvida que os tinha na mão, eles aceitaram na hora e o jogo continuou. Começaram suaves, apostando sapatos, meias, camisas. Ela apenas havia perdido um sapato, mas já havia deixado os três sem camisa, sem meia e sem sapatos. Mas Cida não se contentou com sua vantagem e reclamou que, como estava jogando sozinha, cada vez que ganhava tinha o direito de mandar os três tirarem algo. Eles reclamaram que isso não estava certo, mas cederam, afinal queriam estar o máximo de tempo possível naquele jogo de pôquer, pois tinham a esperança de tirar pelo menos o jeans dela para admirar aquela bunda preciosa. Cida apostou alto, queria ver os três nus. Afinal, se ganhasse eles não teriam mais como jogar e realizaria o seu desejo de humilhá-los no jogo. Eles se entreolharam preocupados, aquele jogo estava ficando sério e iam perder a partida. Mas Cida não disse o que apostaria se perdesse, pois entre a bebida e a excitação, não pensava nessa hipótese. Foi quando Luís, irritado, falou que se era assim então queria apostar uma passada de mão de cada um deles na bunda dela. Cida se surpreendeu com tamanha proposta. Qual era a desse cara? Estavam apostando só roupa, não tinha nada dessa de passar a mão. Mas, com a bebida, o fato de ser tarde da noite e o ponto em que estavam no jogo, a convenceram que era apenas uma coisa inocente, que mesmo que perdesse seria uma passada leve e que apenas ririam do jogo e não diriam nada a ninguém. Cida só queria saber de ganhar o jogo e se livrar dos três e resolveu ir em frente. Mas, de um segundo para outro, sua sorte mudou e acabou perdendo aquela partida. Estava desolada, pois não gostava de sofrer reveses. Mas também pensava que, se não fosse o babaca do marido, não estaria ali naquele momento. Aceitou a derrota e bebeu um copo inteiro de uísque. Levantou-se da cadeira e virou-se de costas para os três. Imediatamente Luís se levantou e apalpou aquelas nádegas tão avantajadas apertadas pela calça jeans. Como havia dito, foi de leve. O mesmo fez Pedro, curto e rápido como Luís. Logo veio Zé, o mais jovem, que não se contentou em apenas apalpar e enfiou-lhe a mão por entre as nádegas, encravando-lhe o jeans, que já estava encravado como de costume, mais ainda no rabo de Cidinha. Ela virou-se, mas não fez nada, apenas olhou sem graça e irritada pro sorriso sacana que ele tinha no rosto. De ali em diante, as apostas foram aumentando de nível, Cidinha apostava sempre que os três ficassem nus, estava obstinada a atingir seu objetivo, depois da derrota que tinha sofrido. Os três apostaram então que se ela perdesse, aquele que ganhasse entre os três homens teria direito a um boquete da Cidinha. A aposta era alta, mas ela não se chocou, pois por um lado não queria parar de jogar até que ganhasse, a qualquer custo, portanto iria aceitar, até mesmo porque o uísque começava a fazer efeito nela. E assim foi, para surpresa de Cida que Luís ganhou a rodada. Mas ela quis se livrar da dívida, não iria aceitar ser humilhada desse jeito e apostou o boquete que acabara de perder e mais toda a roupa deles. Eles apostaram outro boquete, e dessa vez, Pedro ganhou. Cidinha não se dava por vencida, apostava o que perdia e algo mais. Mas logo, sentindo que estava entrando numa fria, começou a tentar se livrar das dívidas que contraíra. Às vezes ganhava, mas logo perdia tudo de novo, enquanto as apostas ficavam cada vez mais altas. Depois de horas e muito uísque na Cidinha, as dívidas dela eram: um boquete para Luís e Pedro, uma trepada para os três e, no auge do desespero, tinha apostado o cu para o Zé. Sentia a partida perdida e já não sabia o que apostar. Eles se divertiam com as apostas que fizeram com uma mulher que era tão certinha e tão cheia de frescuras, mesmo porque não esperavam que fossem ser pagas as dívidas, eram amigos do marido dela e não pensariam em ir mais longe do que colocar uma mão na bunda da Cidinha. Apenas ririam entre si e tudo continuaria como sempre no dia seguinte. Mas foi nesse momento que ela se levantou. Tinha descido vários uísques, mas estava gostosa como sempre, um mulherão. Disse aos três que pagaria as dívidas contraídas e que tinha pressa, pois já eram 3 horas da madrugada. Apoiou o copo e falou que esperava os três no quarto dela. Surpresos, eles não sabiam o que falar. Tentaram dizer que não era pra isso, que não tinha nada ver, fora só um joguinho de cartas, etc... Mas Cidinha não ouviu uma palavra, saiu da sala e foi direto pro quarto. Nesse momento, começaram a discutir a situação. Zé dizia que estava solteiro e que iria comer aquela gostosa, que essa chance não acontecia todos os dias; Luís achava que isso seria sacanagem com o marido que era colega de trabalho, e Pedro ficava no muro. Depois de alguns minutos, Zé falou que iria entrar no quarto e Pedro decidiu que se Zé fosse ele também iria. Luís ficou apenas olhando pros dois, com cara de espanto, mas quando Zé se levantou, também foi e os dois entraram no quarto. Lá dentro, a luz estava apagada e apenas dava pra se distinguir algo pela luz da rua que entrava pelas cortinas. O quarto era grande, tinha uma varanda e uma cama enorme bem no meio. Cidinha estava do lado de fora, tomando mais um uísque. Assim que ouviu barulho, entrou no quarto e mandou o Pedro deitar na cama que pagaria a primeira dívida com ele. Ele se deitou e Cida ficou sobre ele de quatro, na altura da cintura. Abaixou-lhe as calças e segurou no pau duro que tinha a sua frente com decisão. Abocanhou o caralho inteiro e foi chupando com vigor. Cidinha se lembrava que seu marido sempre reclamava que ela não era boa no sexo oral. Não sabia por que, mas agora iria se vingar praticando nos amigos dele, pagaria os melhores boquetes que jamais tinha dado. E Pedro agradecia o serviço: tinha uma morenaça aos seus pés, fazendo-lhe um boquete sensacional. Que beleza de boca tem a Cidinha, pensava. Zé vendo que a coisa era pra valer subiu na cama e ajoelhou-se por trás dela. Tinha uma bunda perfeita de presente, embrulhada num jeans que exibia as nádegas grandes e bem formada da Cidinha. Sem atrapalhar, ele desabotoou o jeans e foi revelando aquele bumbum queimado de sol. Mesmo no escuro dava pra ver o branco da marca de biquíni, que parecia marcar o caminho do "ouro". Logo tinha abaixado a calça até os joelhos dela, e com o tesão que lhe dava aquela bunda convidativa, abaixou suas próprias calças e meteu naquele monumento. Comia devagar, admirando o traseiro dela, mas logo foi estocando com vontade, chacoalhando a cama a cada enfiada. Nesse momento, Luís entrou no quarto. Tinha mandado ao inferno as suas dúvidas, decidiu que a bunda da Cidinha merecia uma boa sacanagem, pelo menos naquela noite. E assim aproximou-se da cama e trocou de lugar com Pedro que estava satisfeito com o pagamento da primeira dívida. Cidinha estava no segundo boquete e estava se desinibindo e, inclusive, pensando nas dívidas que ainda pagaria. Pelo menos, ninguém tinha reclamado de ter o pau chupado por ela até ali. Já começava a usar a língua para lamber todo o cacete do Luís. Preocupava-se apenas com o fato de que o Zé, não queria largar da bunda dela, agarrava-se nas nádegas e metia sem piedade por um bom tempo já. A cada estocada fazia com que o pau de Luís, que estava chupando, entrasse mais ainda em sua boca. Percebeu que tinha dado azar, pois Zé parecia ser dotado de um cacete bem grande e grosso, muito maior ao que estava acostumada a sua bocetinha, que sofria no início, mas já estava se acostumando. Os dois expressavam toda a admiração que tinham por aquele corpo moreno: "Que bunda tesuda, sua safada. Como sonhei em te enrabar desse jeito, gostosa!" Dizia Zé... Enquanto que Luís comandava as ações na frente e ela obedecia: "Isso Cidinha, passa mais a língua na
cabeça do meu pau, agora chupa ele inteiro, assim, como você é boa nisso!" Finalmente ele teve de parar pra recuperar o fôlego e Pedro reclamou para si a posse do dote mais valioso que Cidinha possuía, não dando sossego a sua xoxota já castigada pelo Zé. Também tinha satisfeito a primeira parte da dívida com Luís, quando Zé tomou o seu lugar. Não se lembrava de que ele tivesse ganhado um boquete no jogo de cartas, mas não disse nada, pois estava tomada de tesão. E assim deu um bônus ao pau de Zé, que era o mais safado dos três, com língua e boca; comprovando como era grosso e grande aquele sacana que acabara de comer-lhe a xoxota, enquanto Luís substituía Pedro no comando de seu traseiro. Puta sacanagem tinha montado na sua cama de casal, mas nem mais ligava se aqueles três espalhassem pelo escritório, pois assim o babaca do marido, de repente, se tocava e passava a dar mais atenção pra ela. Naquele momento estava cheia de tesão e álcool e só queria saber de ter o seu corpo abusado por aqueles três. Finalmente Pedro gozou e ele e Luís se arrumaram, saíram do quarto e foram embora, maravilhados com a hospitalidade que Cidinha tinha lhes oferecido naquela noite e com a confirmação de quanto era gostosa aquela bunda que ela tinha. Mas Zé continuava no quarto, deitado e com a Cidinha de boca no pau dele. Não havia gozado uma vez sequer, deixando Cidinha com mais tesão ainda de satisfazê-lo. Olhando para ela enquanto fazia desaparecer o seu cacete inteiro por entre aqueles lábios já experientes, falou com ironia: "Você pagou todas as dívidas, mas está faltando uma." Ela olhou-o, enquanto segurava o caralho mais grosso que já vira, e sorriu maliciosamente ao pensar na sacanagem que estava para fazer. Ele tirou-lhe a roupa e levou-a até a varanda. Lá havia um sofá grande que colocou de costas para a rua, e fez com que Cidinha ficasse de joelhos nele, apoiando-se no ferro da varanda, de forma a empinar a bunda e deixá-la completamente arregaçada para ele. Zé fitava os cabelos lisos dela, as costas morenas, a bunda espetacular e as coxas grossas, "Que potranca de mulher!" Pensava! Separou-lhe as nádegas um pouquinho e foi introduzindo a ponta do cacete no cuzinho. Cida, que até ali nunca tinha dado aquela parte a ninguém, porque achava que não iria gostar e nem que seria correto uma mulher fazer isso, estava queimando de tesão! O azar quis que logo o Zé, que era o de maior cacete, tivesse ganhado a bunda dela no jogo, mas ela passou a pensar que, com o tesão que lhe dava aquele caralhão invadindo-lhe o cuzinho virgem, tinha mais é tirado a sorte grande. Sentia as pernas amolecerem e a bunda ser invadida, mas agora não tinha volta... seu rabo tinha dono a partir daquele momento. Zé falou: "Pode ir relaxando a bunda que meu pau vai entrar inteiro nesse teu rabo de princesa, sua safada! Bem que eu sabia que estava faltando um cacete que domasse essa tua bunda tão gostosa. Vai se acostumando que está só na metade!" E enquanto ele falava, o cuzinho dela ia ardendo de tesão e dor e ela começava a gemer baixinho, imaginando que não só iria aguentar mais a outra metade do cacete dele como iria ter um gozo descomunal do jeito que estava indo. Levou um tempo para o cu de Cidinha acostumar-se e, enquanto continuava a enrabação, já gemia e gritava em alto e bom som para toda a vizinhança ouvir: "Ahhh, ahhh, enfia mais, enfia que eu gosto, seu sacana! Ahhh!". E o Zé ia enfiando mais e mais até começar a dar as primeiras estocadas naquele cuzinho que estava perdendo a virgindade de vez, com o tamanho do pau dele. Com habilidade, ele foi comendo a Cidinha até arregaçar o seu cuzinho por completo, que já tinha se rendido ao caralho que a penetrava por inteiro: "Isso, Cidinha, entrou tudo! Que beleza de cuzinho que você tem! Agora vou meter na sua bunda até você gozar, sua gostosa!". Esse foi o sinal para o início de uma grande foda na varanda, ao som dos gemidos de Cida que não parava de pedir mais. Que tesão, pensava ela, nua na varanda, com o ventinho a acariciar-lhe o corpo na madrugada ela de quatro ali no sofá, com aquele pau descomunal à foder-lhe, botando fogo na sua bundinha. Zé deu-se por vencido e descarregou todo o gozo acumulado no traseiro de Cidinha. E ela finalmente conseguiu satisfazê-lo, apesar de que, para isso, seu cuzinho agora entupido de porra, já não seria tão apertado quanto antes. Depois que todas as dívidas terem sido compensadas, ele se foi também, e Cida ficou sozinha com a xoxota e o bumbum doloridos, mas satisfeitos com a sacanagem que tinha organizado. De Luís e de Pedro nem mais se lembrava, mas daquele cacetão do Zé, não iria se esquecer tão cedo, pensou Cida. De fato, antes que o marido voltasse, Zé visitou-a várias vezes, nas quais ele nem precisava pedir: Cidinha lhe oferecia o bumbum magnífico para que ele satisfizesse o tesão de ambos. Por muitas noites ouviu-se na vizinhança os gemidos de prazer dela, acompanhados dos estalos das estocadas de Zé naquele traseiro maravilhoso, que virariam rotina, sempre que Cidinha estivesse só, em sua casa..










Naquele dia eu cheguei em casa muito cansada.
Tudo o que eu queria era um banho quente e um carinho gostoso. Mas tudo o que eu tive foi uma visão deprimente de um homem esparramado na poltrona. Da porta dava para se ter uma idéia da ''pureza'' de seu hálito.
Passei direto por ele. Pelo menos o banho quente e uma boa noite de sono não me seriam negados.
Entrei no box já nua. Senti a água quente caindo sobre meu corpo cansado. Senti-a escorrendo por minha pele, deslizando entre os meus seios e alojando-se entre os fios escuros que recobrem meu monte de vênus.
-Sim, eu estava excitada...
Apoiei-me contra a parede, arqueando meu corpo, arrebitando minhas nádegas. Abri as pernas e deixei a água cair deliciosamente em minhas costas, descendo por entre o vale da minha bunda. Escorrendo e passando por sobre os lábios de minha vagina, sedenta por sexo.
Deixei uma de minhas mãos acariciar meus seios. Brincar com os biquinhos intumescidos. Deslizei-a por meu ventre, embrenhando-a nos meus pentelhos. Escorreguei um dos meus dedos para o meio dos grandes lábios e senti um arrepio de tesão subindo-me pela espinha, arrancando um gemido rouco de minha garganta.
Deixei o dedo penetrar em minha vagina enquanto esfregava o clitóris com a palma da mão.
Todo o meu mundo estava contido naquele banheiro. Restrito àquele box, cheio de vapor e de sussurros entrecortados.
Gozei. E gozei gostoso, deixando o resultado do meu gozo misturar-se com a água quente, que caía do chuveiro...
Ainda fui tola o suficiente para pensar:
''Só faltou um homem gostoso agora, para sugar meu caldo...''
Saí do banheiro com as pernas fracas porém ''quase'' saciada. Sequei-me. Vesti meu roupão cinza e fui para o quarto.
O imbecil estava roncando, de barriga para cima, quando passei por ele na sala.
Vesti um baby-doll velhinho que estava mais à mão e enfiei-me sob os lençóis, dormindo quase que instantaneamente.
Mas não consegui descansar direito.
Tive sonhos eróticos. Enlouquecidos.
Bocas, pênis e vaginas se confundiam em um quarto banhado de uma leve luz avermelhada. Um quarto quase escuro, no qual eu nunca havia entrado. Um tipo de quarto o qual eu sempre quis conhecer mas para o qual o meu “companheiro” nunca me levou, temendo que eu viesse a encontrar um homem mais interessante que ele.
Acordei numa bela manhã de sábado com o sol forçando-me a abrir os olhos. Vesti o roupão e fui em direção à sala.
A poltrona estava vazia e, pelo barulho, percebi que o traste que vivia comigo estava tomando banho.
Fui para a cozinha preparar o café. Estava distraída olhando pela janela quando senti um abraço forte por trás e o cheiro de sabonete invadindo-me as narinas enquanto ele beijava meu pescoço.
“Pisei na bola com você ontem, né?” –perguntou-me ele ao pé do ouvido.
Eu não estava a fim de começar o fim de semana com uma discussão, mas não resisti em “chutar-lhe o saco”:
“Se você sabe, então por quê pergunta? Afinal, eu não só fiquei sem o jantar caprichado que você me prometeu, como também dormi a noite toda sozinha, porque você estava bêbado e roncando como um porco.”
Ele pareceu encabulado quando respondeu:
“Pôxa. Me desculpe... Mas é que ontem foi aniversário de um colega do escritório. Eu fiquei empolgado, e quando percebi estava acordando no sofá agora a pouco, só imaginando o que eu poderia fazer para reparar este erro...”
Ele realmente parecia chateado, mas eu estava puta da vida:
“E você acha que pode reparar este erro?” – perguntei, quase irônica.
“Olha... Depois de pensar bastante debaixo da água fria eu cheguei à seguinte conclusão...” – começou ele, fazendo suspense – “Sabe aqueles lugares aos quais você queria que eu te levasse?”
Emudeci!
Não podia acreditar...
Eu deveria estar parecendo uma criança diante de um brinquedo novo, porque ele começou a rir. Primeiro aliviado por ver que eu já não estava nervosa, depois divertindo-se com minha surpresa...
“E então...” – recomeçou ele – “você topa?”
Eu não lhe respondi de imediato. Antes pulei em seu colo, fazendo com que ele perdesse o equilíbrio, caindo sob o meu corpo e pedindo calma.
Mas tudo com o que eu menos me preocupava naquele instante era em ter calma.
Eu estava contente e excitada demais com a surpresa.
Comecei a beijar sua boca enquanto abria o roupão e puxava a toalha de sua cintura. Encaixei-me sobre ele, sentindo seu pênis crescer no meio de minhas nádegas.
Ele puxou-me num abraço, oferecendo sua língua para eu chupar. E eu a chupei como se fosse um sorvete. Um doce. Um cacete, bem gostoso... Senti suas mãos levantando meu baby-doll e alisando minhas costas e minhas nádegas nuas, pois eu havia dormido sem calcinha, esperando que ele me procurasse durante a noite.
Suas mãos abriram minhas nádegas e eu senti um dedo escorregando por entre elas, alisando meu cuzinho. Senti as mãos deslizando à procura dos lábios de minha vagina. Senti-as abrindo-me toda, enquanto ele se ajeitava sob meu corpo, encaixando o pau na vagina, ensopada àquela altura.
Quando senti a cabeça do cacete me invadindo comecei a rebolar alucinada, em busca de um orgasmo.
Ele socava gostoso dentro de mim e eu socava-me contra ele para sentir aquele cacete bem no fundo da minha bucetinha.
Com uma das mãos ele continuava a alisar minha bunda enquanto, com a outra, alisava meus peitos...
Ele me xingava de cadela. De interesseira, por ter ficado com tanto tesão depois da oferta que me fizera. Xingava-me de puta e de safada e, naquele instante eu era tudo aquilo.
Eu rebolava como uma puta, gania feito cadela, portava-me como safada e estava muito interessada em obter um gozo bem forte...
Eu já não estava mais agüentando.
Contraí meus músculos vaginais, fazendo-o sentir que estava transando com uma quase virgem e acelerei meus movimentos.
Sentia cada nervo de seu cacete que pulsava dentro de mim. E finalmente eu o senti jorrando todo o seu caldo dentro da minha bucetinha.
Era tudo o que eu precisava para atingir o gozo que eu tanto estava querendo...
Gozei gostoso, molhando todo seu saco e caí, exausta, sobre ele, grudando-me em seu suor.
Depois disso nos levantamos. Tomamos outro banho e eu fui preparar-me para a noite que me prometia muitos prazeres...

A noite estava quente.
E eu estava excitada diante da idéia de que iria conhecer um local tão cheio de luxúria.
Ele havia colocado um jazz, o qual eu gostava muito. Ele sabia que eu ficava muito sensível, sexualmente falando, quando ouvia aquelas músicas.
Eu estava com os olhos fechados, curtindo cada nota enquanto ele mantinha uma mão no meio das minhas pernas, alisando minha vagina por sobre a calcinha.
Finalmente chegamos.
Eu estava com um vestido preto super decotado e senti os olhares masculinos me devorando quando descemos do carro no estacionamento.
Chegamos em frente à uma construção escura, com enormes portas de mogno e protegida por dois enormes leões de chácara, os quais nos comprimentaram respeitosamente, entregando uma espécie de ticket ao meu companheiro.
Senti um perfume suave quando penetramos em um ambiente iluminado por uma luz neon. Muitas pessoas bonitas circulavam pelo ambiente aconchegante. Muitos homens, acompanhados por mulheres maravilhosas. Muitas das quais não teriam mais que vinte e cinco anos.
Passava das onze da noite e uma garota, usando uma máscara colorida, dançava no centro do salão, vestida apenas com uma combinação branca e meias de seda com cinta-liga.
Em alguns cantos havia casais se beijando e alisando-se sem demonstrar nenhum pudor.
Eu ainda me sentia um tanto quanto deslocada mas a visão que eu tinha ao meu redor me excitava muito.
Sentamo-nos em uma mesa, num local estratégico, de onde eu tinha uma ótima visão de todo o ambiente, inclusive da pista de dança.
Depois de tomarmos um drinque meu companheiro chamou-me para conhecermos o local.
Entramos em um corredor cheio de pessoas que se esfregavam ao tentar atravessá-lo. Alguns homens passavam por mim e eu sentia seus membros duros roçando em minhas pernas e bunda.
Algumas mulheres também se esfregavam em meu corpo, porém estas eram mais ousadas e se demoravam um pouco mais, encostadas em mim. Algumas aproveitavam o tumulto para me bolinar desavergonhadamente e isso, ao invés de desagradar-me, me excitava muito.
No começo fiquei preocupada com essa excitação estranha mas logo me acostumei com o fato, passando mesmo a desejar que algumas mulheres se encostassem em mim.
Passamos por algumas janelas protegidas por telas grossas de palha, através das quais dava para perceber que havia alguns casais transando sem querer ser importunados mas não ligando de serem observados. Passamos também por algumas salas pequenas, onde havia alguns casais abraçados, beijando-se ou esfregando-se uns nos outros e, finalmente, chegamos em uma outra sala, muito grande, onde caberiam, tranquilamente, umas cinquenta pessoas.
Meu companheiro falou em meu ouvido:
''Tá a fim de se divertir um pouco?''
Antes que eu respondesse ele entrou na sala, puxando-me pela mão.
Ali havia, naquele momento uns cinco casais. Alguns beijando-se abraçados, semi-deitados nas enormes poltronas que haviam nos cantos da sala e outros abraçados em pé, apenas observando toda a movimentação à sua volta.
Aquilo tudo era muito excitante e eu puxei meu companheiro pela mão, esparramando-me numa das poltronas e puxando-o para um beijo escandaloso. Já que ele me chamou para a festa, então, que pelo menos me tirasse para dançar.
Ele pareceu assustar-se com minha atitude mas logo entrou na brincadeira, alisando meus seios e enfiando uma das mãos entre minhas pernas, espalmando minha vagina por sobre a calcinha.
Estávamos envolvidos nesse jogo excitante quando senti um outro corpo encostando-se, de costas, no meu.
Olhei para trás e vi uma mulher maravilhosa, que me encarava, sorrindo sedutoramente. Seus cabelos negros caíam sobre seus ombros nus. Ela estava apenas de calcinha, soutien e um par de sapatos de saltos altíssimos. Seu penetrante olhar azul me enfeitiçava, fazendo-me desejá-la como nunca desejei homem algum.
Ela estava com um homem muito atraente, que beijava seu colo alvo e alisava suas costas, passando, vez ou outra, suas mãos em mim.
Meu companheiro puxou-me para continuarmos nossa festinha, parecendo um pouco enciumado. Ele abaixou as alças do meu vestido, revelando e beijando meus seios pequenos. Sua mão já havia afastado minha calcinha e um de seus dedos já estava todo enfiado em minha bucetinha.
Nesse instante eu senti um par de braços macios me abraçando e senti o hálito daquela mulher maravilhosa em minha nuca.
Aquilo me deixou totalmente desnorteada de tanto tesão que me infundia.
Ela sussurrou um 'gostosa' no meu ouvido, fazendo-me arrepiar toda.
Meu companheiro olhou para cima, como se fosse protestar mas, antes que ele dissesse alguma coisa ela puxou-o pelo queixo, dando um profundo beijo de língua, que excitou-o a tal ponto que ele quase enfiou a mão toda em minha bucetinha.
Senti quando ela passou a mão por entre minhas pernas indo alcançar a virilha do meu companheiro.
Desci minha mão para ver o que estava acontecendo e encontrei uma mão macia masturbando o pênis duro do meu homem, que já estava fora das calças.
Ela puxou meu companheiro para mais junto de mim num abraço triplo, fazendo-me de recheio em um sanduiche humano. Pegou o pênis excitado e pincelou-o em minha boceta, enquanto beijava-me o pescoço e os ombros.
Eu estava indo à loucura.
Ela fez com que meu homem entrasse em mim, enquanto agarrava meus seios e beijava minhas costas. Com muita agilidade fez com que meu companheiro deitasse de costas e que eu fosse para cima dele, sem desencaixar o pau da minha boceta.
Ela, por sua vez, sentou-se sobre as pernas do meu homem, continuando a me abraçar por trás, bolinando meus seios, enquanto corria a língua por minhas costas.
Fez-me deitar sobre o peito dele indo beijar minhas nádegas, alisando-as. Abriu minha vagina para que o pênis duro entrasse e saísse mais facilmente.
Eu estava delirando.
Estava tendo uma sensação que eu jamais pensei que pudesse sentir, enquanto era penetrada e lambida ao mesmo tempo.
Ela lambia meu cuzinho, fazendo meu corpo todo se arrepiar. Fazendo-me contrair os músculos da vagina, por causa da intensidade do prazer, levando meu companheiro à loucura.
Ele acabou não resistindo por muito tempo e gozou tudo na minha bucetinha.
Senti seu caldo escorrendo. Vazando de mim.
Ela afastou-se, indo pegar umas toalhas de papel, colocadas em pontos estratégicos da sala, voltando logo em seguida para limpar-me com delicadeza.
Eu continuava deitada sobre meu companheiro, exausta que estava após aquele gozo delicioso quando senti que ela me abraçava, colando seus lábios em meus ouvidos para sussurrar baixinho:
“Além de linda você é deliciosa...” - e, colocando discretamente um pedaço de papel em minha mão, continuou - “eu posso te levar ao delírio; e aposto que você poderia fazer o mesmo comigo... Então, me liga...”
Eu estava de olhos fechados, degustando aquela voz aveludada em meu ouvido.
Ela saiu de perto de nós e, pelo canto dos olhos, eu pude ver quando ela saía porta a fora, com suas roupas em uma das mãos enquanto um pobre ser desesperado seguia seu rebolado sensual e muitos outros se masturbavam na sala, observando seu corpo esguio.
Eu ainda estava um pouco zonza com tudo o que havia acontecido quando senti que algumas mãos me alisavam descaradamente. Eu já não estava mais excitada mas foi apenas quando senti um dedo grosso invadindo minha vagina que acordei de verdade e falei para o meu companheiro:
“Vamos embora?”
Levantei-me, sem esperar a resposta.
O homem que me alisava pareceu desconsolado por eu recusar seus “carinhos” mas eu não estava ligando para isso naquele momento. Tudo o que eu queria era encontrar aquela mulher para conhecê-la melhor.
Arrumei-me rapidamente e saí da sala, fazendo meu companheiro sair correndo atrás de mim, ainda abotoando as calças.
Eu a procurava desesperadamente, mas ela não estava em canto algum daquele lugar.
Ele pagou a conta enquanto eu saía para o calor da noite, olhando em volta.
“O que foi que houve?” - perguntou-me, sem entender minha atitude - “Você pareceu que estava curtindo... Será que eu estava enganado?”
Foi então que eu percebi que estava parecendo mesmo uma desesperada e, para acalmá-lo um pouco eu o puxei para um abraço, enquanto dizia em seu ouvido:
“E eu estava curtindo... Cada momento e cada estocada desse teu pau maravilhoso dentro de mim. E eu gozei muito. Muito mesmo... Mas agora eu quero ir embora. Acho que fiquei um pouco assustada comigo mesma...”
Ele pareceu mais calmo e não dissemos mais nenhuma palavra no caminho para casa.
Quando chegamos ele foi direto para o chuveiro, querendo que eu fosse com ele mas eu desconversei, dizendo que queria ficar sozinha por alguns instantes.
Fui para o quarto e foi somente quando me sentei na cama que fui abrir a mão que protegia aquele pedaço de papel para ver o número de telefone, escrito as pressas.
Embaixo do número estava o seu nome: Aline!
Sem me dar conta do que estava fazendo peguei o telefone e disquei o seu número.
Caiu na secretária eletrônica e eu ouvi sua voz sedosa novamente:
“Oi. Você ligou para Aline, mas infelizmente eu não me encontro no momento. Só espero que não seja o grande amor da minha vida, porque senão eu vou ficar muito triste por não te atender. Mas me deixe seu nome e telefone que eu retorno, assim que eu puder...”
Ainda, sem pensar nas consequências, eu falei:
“Oi, Aline. Eu não sei se sou o grande amor da sua vida. Tudo o que sei é que você me proporcionou momentos muito agradáveis hoje e eu gostaria muito de te agradecer, se for possível, afinal de contas, eu, simplesmente, me apaixonei por você. Se quiser, me liga...” - dei meu nome e o número do meu telefone e desliguei.
Só então, neste momento, foi que eu retomei a consciência.
“Caramba!!!” - pensei - “Eu disse que me apaixonei por ela?? Como eu pude dizer uma coisa dessas? Onde eu estou com a cabeça? Ela é uma mulher!!!”
Eu estava mergulhada nesses pensamentos quando ele entrou no quarto. Escondi o papel rapidamente embaixo do travesseiro enquanto o ouvi perguntando:
“E aí, menina, vai tomar um banho?”
“Sim, eu vou.” - disse, me levantando e tirando a roupa.
Peguei uma toalha e fui, nua, para o banheiro.
Enfiei-me sob o chuveiro e deixei a água quente cair sobre o meu corpo.
Eu estava tensa. Tentava lutar contra aquela idéia mas a verdade é que eu estava apaixonada por outra mulher. E eu mal a conhecia...
Fiquei com os olhos fechados, enquanto minha mente era invadida pelas lembranças dos momentos que vivi algumas horas atrás mas, como eu estava muito cansada, terminei logo o meu banho e fui dormir.

Acordei por volta das treze horas de um domingo ensolarado. Levantei, indo até a cozinha para tomar um pouco de suco para tentar diminuir a “ressaca” da noite anterior e encontrei um bilhete dele grudado na porta da geladeira:
“Fui assistir ao jogo de futebol. Dependendo do resultado, não me espere para o jantar. Beijos.”
A esta altura eu não conseguia nem ficar decepcionada.
Voltei para a sala e sentei-me na poltrona, ligando a tv. Neste instante o telefone tocou:
“Alô...”
“Oi...” - era ela! - “Tomei a liberdade de ligar. Afinal, sua mensagem foi muito persuasiva. Incomodo?”
“De forma alguma...” - gaguejei. E ela continuou:
“Bom, eu sei que hoje é domingo e que amanhã é dia de voltar ao batente, mas eu gostaria de saber se você não toparia assistir a um filme comigo. Estão com umas estréias muito legais nos cinemas.”
Aceitei no ato.
Ela pediu meu endereço, prometendo vir me pegar em quarenta minutos.
Vesti-me com um jeans e camiseta básicos, dei um jeito rápido nos cabelos e fiquei esperando que ela chegasse.
Logo meu telefone tocou novamente. Era ela. Disse que estava me esperando na portaria do prédio.
Desci o mais rápido que pude, encontrando-a linda próximo à recepção, usando um pretinho básico que acentuava as curvas de seu corpo fantástico.
Recebeu com um abraço forte e eu pude sentir o cheiro selvagem do perfume que recobria sua pele macia.
“Você está linda.” - disse-me ela ao ouvido - “Vamos?”
Entramos no carro e ela deu a partida.
Fomos à um shopping, assistimos a um filme maravilhoso e depois tomamos um lanche, comentando as cenas mais interessantes. Sei que, ao cabo de três horas, agíamos como se nos conhecêssemos há muito tempo. Divertimo-nos e rimos muito e, quando dei por mim, estava entrando em sua casa, nos jardins.
Uma decoração suave e de muito bom gosto ornamentava o seu 'cantinho', como ela chamou sua casa mas confesso que isso era o que menos me importava no momento. E me pareceu que pra ela também.
Assim que fechou a porta ela me envolveu em seus braços e colou sua boca na minha.
Pude sentir seu hálito suave invadindo o calor da minha boca, enquanto sua língua procurava pela minha.
“Eu estou beijando uma mulher...” - cheguei a pensar, desesperada, por um momento. Mas aquilo era tão excitante que logo relaxei e pude sentir todo o seu corpo colado ao meu. Pude sentir os seus seios pressionando os meus. Suas mãos passeando pelas minhas costas, enroscando-se nos meus cabelos, forçando-me para o beijo, ao qual eu me entregava totalmente, sem reservas. Nossas línguas duelavam-se e eu começava a sentir um calor intenso invadindo-me, crescendo em meu ventre e se espalhando por todo o meu corpo.
As roupas começaram a nos incomodar e eu senti quando suas mãos entraram sob minha camiseta, arranhando delicadamente minhas costas, levantando o tecido enquanto eu fazia o mesmo com sua blusa. Enquanto nos beijávamos e arrancávamos nossas roupas ela me levava devagarinho para o sofá, onde me jogou delicadamente, vindo por sobre mim.
Estávamos apenas de calcinha. Sua pele bronzeada contrastava com a palidez da minha. Senti seus braços me envolvendo novamente e os bicos de seus seios roçando nos meus, causando-me arrepios indescretíveis. Ela subiu um pouco seu corpo, fazendo seus seios ficarem à altura dos meus lábios e eu os abocanhei.
Primeiro suguei um mamilo, que cresceu em minha boca como se tivesse vida própria. Senti-o ficar durinho entre meus lábios. Depois, enquanto minhas mãos descobriam seu corpo, comecei a sugar o outro.
Senti seu corpo todo se arrepiando, parecia que ela estava sentindo o mesmo prazer que eu naquela entrega apaixonada e isso me deu mais vontade ainda de possuir aquela mulher deliciosa.
Deixei minhas mãos escorregarem sobre suas nádegas redondas, puxando sua calcinha para baixo. Segurei firmemente sua bunda macia, como o atleta, que segura o troféu tão cobiçado..
Comecei a fazer movimentos com as mãos, abrindo e fechando suas nádegas. Ela agarrava meus cabelos, gemendo alto e chamando-me de gostosa.
Deixei uma de minhas mãos escorregar para o meio de suas pernas e senti, pela primeira vez em minha vida, a maciez de outra vagina.
Deixei meus dedos explorarem aquele território, até então proibido. Senti a maciez de seus pêlos, deslizei um dedo para o meio dos grandes lábios, sentindo o calor que emanava de seu interior.
Senti um caldo morno que começara a escorrer, molhando minha mão.
Ela gemia e me agarrava pelos cabelos enquanto uma de suas coxas começou a pressionar minha vagina por sobre a calcinha.
Eu também estava toda úmida e aquele pedaço de pano começava a me incomodar muito.
Parei de boliná-la um pouco para poder tirar a última barreira que havia entre nós.
Ela aproveitou para me dar outro beijo, ainda mais apaixonado do que os anteriores.
Levou sua mão até minha boceta, espalmando-a.
Ficou um tempo massageando-a, como se a estivesse preparando para algo muito bom.
Deslizou seu dedo médio para o meio dos grandes lábios e ficou ali, brincando, enquanto eu gemia em seus ouvidos.
Eu estava enlouquecida.
Arranhava suas costas, beijava sua boca, puxava seus cabelos. Falava palavrões aos montes.
Ela pareceu cansar de brincar com os lábios de minha vagina e deslizou um pouco mais seu dedo, introduzindo-o lentamente em minha bucetinha.
Aquilo era maravilhoso.
Eu sentia cada centímetro de seu dedo me invadindo.
Então ela colocou um segundo dedo dentro de mim e começou um vai-e-vem delicioso, parecendo ordenhar o caldo do meu prazer, que escorria por seus dedos, enxarcando o sofá.
Eu estava alucinada mas, então, ela parou por um instante e, sem parar de me beijar, falou em minha boca:
“Vamos para o quarto. Lá ficaremos mais a vontade.”
Levantamo-nos, sem nos desgrudar, sem descolarmos nossos lábios e ela me levou para o seu quarto.
Deitou-me em sua cama, parando de me beijar, para começar a percorrer meu corpo com sua boca deliciosa. Lambeu meu pescoço, sugou meus seios, deixando-me louca de tesão, enquanto suas mãos a acompanhavam, deslizando pelo meu ventre, arrepiando-me toda.
E então senti sua boca chegando em minha vagina.
Ela abriu minhas pernas e enfiou ali sua cabeça, abocanhando minha bucetinha sem nenhum pudor. Inicialmente senti um choque, que invadiu meu corpo todo mas logo me acostumei com a idéia de ter outra mulher lambendo minha vagina. Depois de um tempinho eu estava apaixonada por aquele ser maravilhoso.
Ela lambia-me com maestria, alternando com chupadas nos grandes lábios.
Vez ou outra enfiava sua língua em mim e, nesses momentos, eu quase desmaiava.
Eu agarrava seus cabelos, forçando ainda mais sua boca contra o meu sexo mas, estranhamente, eu queria mais. Eu também queria poder sentir sua vagina em minha boca.
Eu queria poder descobrir qual era a sensação de ter na boca uma bucetinha macia.
Então eu a puxei pelos cabelos, trazendo-a para cima de mim novamente e ela veio com sua boca direto para a minha, em outro beijo apaixonado.
Eu senti o sabor de minha vagina grudado em seus lábios. Suguei de sua língua o resto do caldo que ela buscou de dentro de mim, enquanto nossas mãos deslizavam em nossos corpos suados.
E entre um beijo e outro eu disse:
“Quero provar você!”
Ela olhou-me carinhosamente nos olhos:
“E você não está me provando?”
“Sim, mas eu quero mais... Quero sentir o sabor da tua vagina... Quero ter sua bucetinha na minha boca enquanto você chupa a minha...”
“Seu desejo é também o meu...” - disse-me ela, antes de me dar mais um beijo enlouquecido.
Ela, então, se levantou, sentando-se sobre meu ventre, e veio, devagarinho, trazendo sua vagina para perto da minha boca.
Com um movimento rápido se posicionou de quatro sobre mim, fazendo sua vagina ficar de frente para o meu rosto, enquanto voltava a lamber o meu sexo.
Coloquei um travesseiro sob a cabeça para ficar mais perto do objeto do meu desejo.
Comecei por beijar suas coxas. Olhei para cima. Eu tinha uma visão maravilhosa de sua boceta e de seu cuzinho, que estava todo aberto e oferecido para o deleite de minha visão. Encostei meu nariz nos lábios de sua vagina e senti seu corpo tremer sobre mim.
Aspirei o perfume almiscarado de seu sexo.
Eu ainda achava que estava sonhando. Afinal eu estava ali, toda aberta. Tendo uma mulher entre as minhas pernas, sugando deliciosamente minha vagina, enquanto eu me preparava para, também, saborear o sabor da sua.
Ela lambia cada centímetro de minha vulva, enquanto enfiava um dedo em minha bucetinha, que à essa altura estava ensopada novamente.
Abria escandalosamente minhas nádegas, expondo meu cuzinho, onde, vez ou outra, passava a língua, arrancando arrepios incontroláveis do meu corpo. Eu enfiava minha cara entre suas coxas, sugando sua vagina deliciosa. Lambia seus lábios vaginais, chupava seu clitóris, lambia seu cuzinho cheiroso. Sugava cada gota de seu néctar. Rebolávamos, desavergonhadamente, uma na boca da outra, quando eu senti um espasmo nascendo do fundo de meu sexo, começando a espalhar-se por meu corpo.
Um arrepio intenso estava tomando conta de mim, deixando-me alucinada. Enlouquecida com cada investida de sua língua e de seus dedos em minha vagina. Por conta disso, comecei a atacar como louca a sua bucetinha, golpeando minha língua contra seu clitóris, enfiando meus dedos o mais fundo que eu podia em sua vagina deliciosa. E quando comecei a urrar, de tanto prazer que eu estava sentindo, tendo meus gritos abafados em sua vagina, eu senti um caldo quente e abundante saindo de dentro dela, enxarcando minha face.
Gozamos juntas.
Ela caiu de lado, sem desgrudar seu corpo do meu e ficamos assim, entrelaçadas e sem coragem de nos movermos, como se não quiséssemos desmanchar aquele momento de magia, que nos deu tanto prazer.
Passado algum tempo ela se desvencilhou de mim, levantou-se, olhando-me nos olhos, pegou-me pelas mãos, fazendo-me levantar da cama, puxou-me num abraço terno e me beijou. E eu recebi um beijo como o beijo que jamais recebi de nenhum dos meus amantes.
Fui beijada como homem nenhum jamais me beijou.
Depois desse beijo ela me olhou nos olhos e eu vi uma lágrima que escapava de seus olhos, enquanto ela me dizia:
“Sabe... Eu acho que encontrei o grande amor da minha vida. O amor que eu estava procurando em um homem antes de te conhecer...”
“Gozado,” - respondi - “eu acho a mesma coisa. Quer namorar comigo?”
“Só se você me aceitar por inteiro.”
“Eu aceito.”
Depois de outro beijo apaixonado fomos para o banheiro, onde tivemos outro orgasmo delicioso, tomamos um banho e voltamos para a cama, onde dormimos abraçadas a noite inteira.

Sexta feira.

Cheguei em casa muito cansada e tudo o que eu queria era um banho quente e um carinho gostoso mas, quando eu abri a porta encontrei uma mesa posta, maravilhosamente arrumada, com velas ao centro e um bilhete sob um botão de rosa.
Aspirei o perfume do botão de rosa e desdobrei o bilhete:
“Querida,
Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
Eu estou tomando um banho quente. Preparando-me para você. Se quiser vir até o banheiro, sua companhia será muito bem vinda. “Espero com ansiedade pelos teus carinhos.”

Deixei minhas malas perto do sofá e dirigi-me ao banheiro, tirando minhas roupas.
Cheguei à porta já nua. Abri o Box e ela me recebeu com um sorriso:
“Bem vinda à sua nova casa!”



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Enviado por leitora do blog, infelizmente ela não disse seu nome



 

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